Conjugando intensamente todos os verbos para formar uma família.
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segunda-feira, 11 de julho de 2016
Vivendo feliz para sempre
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sexta-feira, 8 de julho de 2016
Experimentando o "Enfim sós"
Então chegamos aqui: quatro anos de casados!
Gente, vocês acreditam nisso? O tempo passou voando!
Estou aqui com vocês há 6 anos! 6 anos!!!
Deus tem sido muito bom conosco, mesmo que só agora a gente esteja conseguindo viver nossa rotina de casados, sem nos preocupar em cuidar de ninguém e sem dar satisfação pra ninguém. Hoje podemos experimentar o nosso "Enfim sós".
Claro que não somos perfeitos como casal, temos muito ainda a acertar. Mas cada vez mais o amor só aumenta. Cada vez mais ter me casado com o Dê e continuar a dizer "sim" todos os dias, são as minhas melhores escolhas.
Conheci o Dê no grupo jovem. Ele namorava uma amiga e eu estava com dor de cotovelo por um ex. Eu chorava as pitangas com ela e, como ele estava sempre perto, acabei chorando com ele também. Eles se separaram, ela deu um tempo de ir no grupo e eu chorava nos ombros só dele.
E então o inverno chegou e o frio na minha alma era gigante. Numa festa de um amigo em comum foi quando esse frio começou a passar... Ele me abraçou, aquecendo meu coração por ele no dia 17/05/2000.
Em 16 de junho daquele ano eu o beijei pela 1.ª vez.
Lembro da minha insegurança misturada com meu desejo de fazer aquilo, mas hoje meu coração só pula de felicidade por aquele beijo.
Namoramos por 11 anos, mas só quando fizemos 7 eu tive certeza de que era ele. Ele seria o meu marido. Então pus em seu dedo uma aliança de prata. Com 11 anos juntos, ele pôs no meu dedo uma aliança de ouro.
Acho que fui eu quem o pediu em casamento. Já ele, sempre quis se casar comigo. Teve essa certeza no dia que meu pai foi internado, quando iríamos fazer 5 anos juntos.
Hoje eu agradeço tanto por ele não ter desistido de mim, apesar de todo o meu esforço para isso acontecesse. Agradeço por a gente fazer esse compromisso diário de construirmos juntos nossa família, de fazer dar certo, de não depender da motivação da paixão romântica. Trabalhamos na nossa rotina, administramos os problemas externos para que não sejam moradores da nossa casa. Construímos um pouco do nosso lar todos os dias, sem preguiça, sem cairmos em armadilhas ou tentação. Nossa fé e nosso amor nos sustentam. Não é fácil, mas a vida tem sido muito boa pra nós.
Esse blog foi para contar minha história de amor. Que continuará, tenho certeza, pois está escrita nas palmas de Deus.
Mas o bloguinho... bom, prefiro usar um gerúndio para dar a ideia de um processo, uma sensação de continuidade; o bloguinho está chegando ao fim.
Obrigada a todos por participarem dessa jornada. Vou deixar em aberto. Não quero fazer uma despedida, ou dizer que esse é o último post. Quem sabe ainda não passo por aqui deixando um recadinho? Sei lá, vai que ainda tem alguma coisa por dizer...
Foi tudo incrível, gente! Foi incrível!
Casar foi uma grande aventura!
Obrigada
Como amor,
Natalia
Agora eu blogo no www.casandoempetropolis.com.br
Gente, vocês acreditam nisso? O tempo passou voando!
Estou aqui com vocês há 6 anos! 6 anos!!!
Deus tem sido muito bom conosco, mesmo que só agora a gente esteja conseguindo viver nossa rotina de casados, sem nos preocupar em cuidar de ninguém e sem dar satisfação pra ninguém. Hoje podemos experimentar o nosso "Enfim sós".
Claro que não somos perfeitos como casal, temos muito ainda a acertar. Mas cada vez mais o amor só aumenta. Cada vez mais ter me casado com o Dê e continuar a dizer "sim" todos os dias, são as minhas melhores escolhas.
Conheci o Dê no grupo jovem. Ele namorava uma amiga e eu estava com dor de cotovelo por um ex. Eu chorava as pitangas com ela e, como ele estava sempre perto, acabei chorando com ele também. Eles se separaram, ela deu um tempo de ir no grupo e eu chorava nos ombros só dele.
E então o inverno chegou e o frio na minha alma era gigante. Numa festa de um amigo em comum foi quando esse frio começou a passar... Ele me abraçou, aquecendo meu coração por ele no dia 17/05/2000.
Em 16 de junho daquele ano eu o beijei pela 1.ª vez.
Lembro da minha insegurança misturada com meu desejo de fazer aquilo, mas hoje meu coração só pula de felicidade por aquele beijo.
Namoramos por 11 anos, mas só quando fizemos 7 eu tive certeza de que era ele. Ele seria o meu marido. Então pus em seu dedo uma aliança de prata. Com 11 anos juntos, ele pôs no meu dedo uma aliança de ouro.
Acho que fui eu quem o pediu em casamento. Já ele, sempre quis se casar comigo. Teve essa certeza no dia que meu pai foi internado, quando iríamos fazer 5 anos juntos.
Hoje eu agradeço tanto por ele não ter desistido de mim, apesar de todo o meu esforço para isso acontecesse. Agradeço por a gente fazer esse compromisso diário de construirmos juntos nossa família, de fazer dar certo, de não depender da motivação da paixão romântica. Trabalhamos na nossa rotina, administramos os problemas externos para que não sejam moradores da nossa casa. Construímos um pouco do nosso lar todos os dias, sem preguiça, sem cairmos em armadilhas ou tentação. Nossa fé e nosso amor nos sustentam. Não é fácil, mas a vida tem sido muito boa pra nós.
Esse blog foi para contar minha história de amor. Que continuará, tenho certeza, pois está escrita nas palmas de Deus.
Mas o bloguinho... bom, prefiro usar um gerúndio para dar a ideia de um processo, uma sensação de continuidade; o bloguinho está chegando ao fim.
Obrigada a todos por participarem dessa jornada. Vou deixar em aberto. Não quero fazer uma despedida, ou dizer que esse é o último post. Quem sabe ainda não passo por aqui deixando um recadinho? Sei lá, vai que ainda tem alguma coisa por dizer...
Foi tudo incrível, gente! Foi incrível!
Casar foi uma grande aventura!
Obrigada
Como amor,
Natalia
Agora eu blogo no www.casandoempetropolis.com.br
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Dando notícia triste
É com muita tristeza que comunico a vocês que a minha madrasta partiu para os braços do Pai.
Vocês acompanharam todo o processo do meu casamento e conheceram grande parte da minha vida. Entendem da presença dela em minha história.
E apesar de todo o enredo novelesco sobre a separação dos meus pais e de "mocinhos e bandidos", eu a amava.
Eu a amava muito!
Vou morrer de saudades dela...
=,(
Vocês acompanharam todo o processo do meu casamento e conheceram grande parte da minha vida. Entendem da presença dela em minha história.
E apesar de todo o enredo novelesco sobre a separação dos meus pais e de "mocinhos e bandidos", eu a amava.
Eu a amava muito!
Vou morrer de saudades dela...
=,(
quarta-feira, 23 de março de 2016
Amanhecendo
Minha mente já havia acordado antes de eu abrir os olhos, mas meu corpo não. Eu sabia exatamente onde estava e quem era aquele que estava enrolado em mim, descabelado e lindo: meu marido. Suspirei tão forte que o acordei. Ele se mexeu devagar, se virando e se debruçou sobre mim, me abrindo um sorriso lindo de bom dia.
Era dia. E que lindo dia!
_Bom dia, minha esposa.
_Bom dia, meu marido.
E foi nossa Manhã de Núpcias.
O amanhecer de um amor. Do nosso amor.
Foi a manhã mais linda e doce da minha vida.
Nenhuma lembrança saía da minha cabeça, nem de que eu estava morrendo de fome e que os salgados e doces que comemos na cama antes de dormir já haviam sumido da minha barriga, junto com o Freshener. Tomamos banho e o celular do Dê tocou, era o irmão dele querendo entregar o resto da bagagem do Dê. Como eu fiquei pronta primeiro, fui receber meu cunhado lá fora, perto de onde estava meu carro e ele foi a primeira pessoa que vi depois que Dê e eu nos isolamos do mundo. Se despediu, sempre sorridente, e nos desejou felicidades. Reparei que havia um jornal O Globo com fitas vermelhas pendurado na porta, uma cortesia do hotel, como no dia do casamento. Tenho os dois guardados até hoje.
Terminamos de nos arrumar e fomos tomar café da manhã no lindo restaurante do hotel. Reparamos no rastro de pétalas de flores que deixamos sem querer, da porta do nosso quarto até a porta de acesso.
Como eu estava extasiada, feliz pra caramba! Olhava para as pessoas e ficava me perguntando se elas conseguiam ver que eu estava daquele jeito. Acho até que as cores estavam mais vivas, a luz estava mais brilhante... E eu via que Dê estava do mesmo jeito que eu.
Já no anexo, mostrei para o Dê a sala de leitura, o Almanaque dos anos 80 e o piano. Voltamos para o nosso quarto e passamos por alguns hóspedes, um menininho perguntou pra mãe porque tinha tanta flor e a mãe disse:
_Acho que teve casamento ontem.
Fizemos o check out e formos encontrar a mãe do Dê, que queria ver o filho antes de voltar pra Minas, na Rua Teresa. Parei o carro muito mal e acabei batendo numa carrocinha de cachorro quente. Fomos para o hotel onde ela estava hospedada e nos sentamos um pouco no saguão, pra conversar sobre o casamento, que ela e o namorado disseram nunca terem visto algo parecido. Eles realmente estavam com cara de admirados. Falaram da comida, da decoração, de como minha mãe os fez chorar quando falou no final da cerimônia... Ela me entregou alguns presentes e um envelope com o dinheiro que a mãe de uma das daminhas deixou para custear o vestido. Nos despedimos e Dê e eu descemos a serra, sem pressa. E ainda almoçamos croquete e pão com linguiça na Casa do Alemão.
Abaixo, fotos que alguns amigos nossos tiraram da manhã seguinte ao nosso casamento. Detalhe para a foto em que a igreja está decorada para a uma festa para o bispo da cidade.
Era dia. E que lindo dia!
_Bom dia, minha esposa.
_Bom dia, meu marido.
E foi nossa Manhã de Núpcias.
O amanhecer de um amor. Do nosso amor.
Foi a manhã mais linda e doce da minha vida.
Nenhuma lembrança saía da minha cabeça, nem de que eu estava morrendo de fome e que os salgados e doces que comemos na cama antes de dormir já haviam sumido da minha barriga, junto com o Freshener. Tomamos banho e o celular do Dê tocou, era o irmão dele querendo entregar o resto da bagagem do Dê. Como eu fiquei pronta primeiro, fui receber meu cunhado lá fora, perto de onde estava meu carro e ele foi a primeira pessoa que vi depois que Dê e eu nos isolamos do mundo. Se despediu, sempre sorridente, e nos desejou felicidades. Reparei que havia um jornal O Globo com fitas vermelhas pendurado na porta, uma cortesia do hotel, como no dia do casamento. Tenho os dois guardados até hoje.
Terminamos de nos arrumar e fomos tomar café da manhã no lindo restaurante do hotel. Reparamos no rastro de pétalas de flores que deixamos sem querer, da porta do nosso quarto até a porta de acesso.
Como eu estava extasiada, feliz pra caramba! Olhava para as pessoas e ficava me perguntando se elas conseguiam ver que eu estava daquele jeito. Acho até que as cores estavam mais vivas, a luz estava mais brilhante... E eu via que Dê estava do mesmo jeito que eu.
Já no anexo, mostrei para o Dê a sala de leitura, o Almanaque dos anos 80 e o piano. Voltamos para o nosso quarto e passamos por alguns hóspedes, um menininho perguntou pra mãe porque tinha tanta flor e a mãe disse:
_Acho que teve casamento ontem.
Fizemos o check out e formos encontrar a mãe do Dê, que queria ver o filho antes de voltar pra Minas, na Rua Teresa. Parei o carro muito mal e acabei batendo numa carrocinha de cachorro quente. Fomos para o hotel onde ela estava hospedada e nos sentamos um pouco no saguão, pra conversar sobre o casamento, que ela e o namorado disseram nunca terem visto algo parecido. Eles realmente estavam com cara de admirados. Falaram da comida, da decoração, de como minha mãe os fez chorar quando falou no final da cerimônia... Ela me entregou alguns presentes e um envelope com o dinheiro que a mãe de uma das daminhas deixou para custear o vestido. Nos despedimos e Dê e eu descemos a serra, sem pressa. E ainda almoçamos croquete e pão com linguiça na Casa do Alemão.
Abaixo, fotos que alguns amigos nossos tiraram da manhã seguinte ao nosso casamento. Detalhe para a foto em que a igreja está decorada para a uma festa para o bispo da cidade.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Tendo um dia de princesa
E na frente do meu hotel!
Atrasada (já passava de duas e meia!), resolvi aproveitar já que não tinha remédio, e fui passear pela parte de trás do prédio anexo.
Que dia lindo estava fazendo! O meu tempo preferido: sol, céu azul e brisa fria.
Parei para olhar bem para meu buquê e vi algumas flores fechadas e pétalas machucadas. Tirei as pétalas fora e fui andar.
Passando pela grade do muro, um casal de senhores comentou, sorrindo, sobre mim. "Olha, uma noiva!" Como isso era legal! E como a princípio eu pensei que não fosse comigo.
Aos poucos pude ir avançando até as locações da filmagem se dispersarem para a rua e fui ganhando terreno pelo hotel, andando pelo jardim lateral com a Gabi segurando meu vestido.
Fui para as escadarias do hotel e corredores, me alonguei no patamar, quis andar pelos jardins próximos aos arcos, mas tivemos que aproveitar que a entrada já estava vazia, alem do que tinha muita gente lá. Entrei no carro, e como foi fácil entrar! Escorreguei pelo bando de couro e quase fui engolida por um monte de tecido! E fiquei do lado que a Gabi insistia para eu ficar (atrás no carona) e não do lado que o motorista disse para ficar (atrás dele), sei lá por que. Na dúvida, fiquei um pouco mais pelo meio. Reparei uns dados de pelúcia no retrovisor! Cochichei para Gabi e pedi para tirar, com jeitinho para não magoar o Seu Marcos, o motorista, que era um amor. Gabi terminou de por meu vestido para dentro e de arrumá-lo e pediu para eu não deixar o buquê nem no sol e nem sobre meu colo.
Acho que não era só a Globo me segurou ali, mas alguns padrinhos estavam atrasados. E eu que queria entrar na igreja pontualmente às 15h...
Quando saímos do hotel e fizemos o retorno para pegar para a rua da Igreja, as filmagens estavam do outro lado da rua, um pouco já dispersas. Abaixei o vidro, acenei com um "hang loose" e gritei para eles "Eu vou casar!", que gritaram e bateram palmas em resposta. A Gabi ria... Fomos de vagar pela cidade, fizemos o contorno na Praça da Liberdade. Eu estava achando tudo lindo demais naquele dia.
É um pedaço curto, do hotel para a igreja, mas eu estava achando uma eternidade para chegar! Fizemos um retorno na frente do Museu e vi dois professores do colégio que trabalhavam comigo. Claro que eles me viram! Uma noiva num aerowillis verde, quem não ia ver? Mas não me reconheceram...
E comecei a cantar "Papo de jacaré"!, só para relaxar mais. A Gabi e o motorista fizeram o coro comigo e só paramos quando entramos no pátio da igreja.
E o coração TUM-TUM-TUM!
Paramos bem no início, na rampa de acesso, mas foi o suficiente para eu ver algumas pessoas comprando água. Estava quente... Vi a diretora do CIEP e sua mãe, amigas da família há anos e fiquei tão feliz por estarem ali... Vi amigos do Dê... Algumas pessoas vieram falar comigo, como um primo, que disse que eu estava muito linda. Por causa do calor, o motorista deixou as portas do carro abertas e aí entrou o meu irmão caçula, que estava todo animado e se sentindo o dono da festa. Ficou um pouco comigo e fiquei um pouco preocupada se ele realmente deveria estar ali.
_Não preciso sair agora, a minha hora de entrar é depois de todo mundo, a moça já me explicou.
E eu não entendia por que eu não podia entrar logo.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Chorando no Jantar de ensaio
(www.zazzle.com.br)
Jantar de ensaio é aquela última reunião familiar antes do casamento. Clicando aqui você vai encontrar um texto muito bacana e explicativo do Ruben Queiroz Cobra, tanto sobre o ensaio da cerimônia como o jantar de ensaio.
Como falei no último post, recebi um telefone que me tirou da graça. Eu estava indo para a pousada 14 Bis e, já nervosa por estar perdida, ouço o telefone tocar e atendi. Não sei porque eu fui atender, ainda mais porque estava dirigindo. Parei carro e nem olhei o número. Era o chefe dos pedreiros.
Ele estava com um tom de voz arrogante e me cobrando dinheiro. Oi? Na cabeça dele eu devia ter pago todo o combinado naquela sexta-feira, mas eles nem tinham terminado o serviço. E ainda disse aos gritos que seus pedreiros não eram escravos para trabalhar e não receberem.
Ali acabou qualquer educação.
Comecei a gritar que nem uma louca no telefone com ele, mandando ele pra tudo quanto era lugar, que ele não aparecesse nunca mais! Ele não terminou o serviço, tinha um monte de coisa errada, ia dar no pé e ainda queria que eu pagasse???
Dê pegou o telefone e eu falei que estávamos voltando para o hotel, que eu não aguentava mais nada, nenhum estresse por hoje mais, que não ia mais procurar pousada nenhuma e que ia jantar e dormir.
Enquanto eu voltava comecei a chorar de nervoso. Acho que isso deixou Dê mais pilhado e foi ele quem começou a gritar e xingar no telefone.
Lembro bem... Eu com a mala do carro aberta no Solar do Império, tirando as coisas do carro e soluçando enquanto Dê gritava e gesticulava na beira da piscina ao telefone, por volta das nove e pouca da noite.
Ligamos para a mãe da daminha e combinamos deles pegarem no dia seguinte. Ligamos pro pessoal que estava na cidade e os chamamos para jantar, mas muita gente declinou alegando cansaço. Meu irmão e a família de sua esposa, alguns padrinhos e minha dama de honra aceitaram ir.
Fomos buscar a mãe do Dê, mas ela não sabia dizer onde era o hotel em que estava e nem o nome. Fiquei p#$% e resolvi não pegar mais ninguém, que fosse de taxi. Dê ficou muito chateado e com a cara fechada o jantar todo.
Deixamos o carro no hotel e fomos andando. E relaxamos um pouco, a noite estava linda.
Por indicação da Vívian, fomos para o restaurante Luigi. A família da esposa do meu irmão já havia chegado e nos deram logo os presentes de casamento. Todo mundo me abraçou preocupados pela minha cara de choro e minha mãe contou o acontecido.
Fomos jantar e, como o buffet ainda estava aberto e ninguém queria nem gastar mais dinheiro e nem tempo esperando comida, fomos nos servindo do que estava ali.
Fiquei por último para me servir, me acalmando bebendo um suco. Tudo o que eu queria era uma comida quentinha, mas quando fui me servir só tinha torrada e antepasto... Comeram toda a sopa de abóbora... Como já estava sensível, chorei mais um pouco.
Depois de um tempo, todos sentados, já rindo e brindando, minha mãe pergunta "Você fez a marcação dos lugares na recepção?"
Comecei a chorar de novo. Havia esquecido e também não ia dar mais tempo.
_Mas Natalia, as pessoas estão contando com isso!!
Chorei mais e ela pediu desculpas. Minha dama de honra não viu o que estava acontecendo e falou "Ah, não esquece do nome das solteiras na barra do vestido!" E como eu não aguentava mais cobrança, chorei mais. Minha madrinha veio me consolar e falou "Vamos rezar". Aquilo foi uma âncora para eu não dar chilique. Voltei ao eixo e continuei a comer. Dê, mais P@$% da vida ainda, disse "Queria que a minha família estivesse aqui". E eu quase soltei um palavrão.
Quando acabei de comer quis ir dormir, todo mundo entendeu. Minha mãe e Dê resolveram ir comigo e, na hora em que estava indo, meus padrinhos e primos do coração de Curitiba chegaram, aquilo foi um bálsamo porque amo muito eles e fiquei muito feliz que estivessem ali. Meu irmão ficou com o pessoal e fui embora.
No caminho a coisa foi ficando mais leve e Dê e eu nos entendemos. Fomos até rindo com a minha dama de honra e a irmã dela, que resolveram nos acompanhar.
Mas quando cheguei no carro para entregar para o Dê as coisas dele... E eu havia trazido para Petrópolis a camisa do terno do meu sogro e sua gravata. Essas coisas ficaram comigo não sei por que, e na hora nem vi o problema, mas Dê sim: O pai dele já iria subir a serra pronto para o casamento. O problema até parecesse pequeno vendo agora, mas não para dois noivos estressados.
Dê ficou p@#$ de novo, mas agora não comigo, mas por ter deixado as coisas chegarem nesse ponto, da gente brigando porque não se organizou direito e deixou tudo pra cima da hora.
Ele foi embora de taxi para o hotel em que a mãe dele estava e eu ainda fui lavar meus pincéis para o dia seguinte, enquanto discutia e chorava (de novo) com minha mãe, às 1 e pouca da manhã, por causa dos últimos pagamentos aos fornecedores e que achava que ela dera conta.
Bom, bati na cama e dormi.
terça-feira, 24 de junho de 2014
... E a família está aumentando...
Não estou grávida!
A torcida é grande, mas ainda não! É bom esclarecer antes de qualquer coisa.
Mas nossa família está aumentando. Há exatamente 10 semanas chegou a nossa casa um novo ser, que carinhosamente rebatizamos de Toulouse Lautrec. Um gatinho lindo!
A maior parte das minhas amigas e noivinhas por aí entram nessa de "Quem casa quer um bichinho". Não eu. Não que eu não ame animais e nem tenho trauma porque meu cachorrinho morreu e não quero mais bicho. Nada disso. Mas pelo simples fato da gente viver com o orçamento, a energia vital e o tempo na conta.
_Mô, hoje eu vi na página do facebook de animais para adoção um cachorrinho tão lindo... _dizia meu marido, com olhos suplicantes.
_Não.
_Mas ele foi abandonado...
_Não.
Até que o dia 15 de abril de 2014 chegou e com ele um frio estranho, com chuva... Saindo de casa para irmos trabalhar, Dê e eu vimos, perto da esquina de casa, um gatinho com o pelo quase todo branco, de orelhas escuras e olhos azuis. Chorando. Com frio. Magro. Com as patas pingando sangue. E querendo se enfiar em qualquer buraco.
Aquilo fez um corte no meu coração de fora a fora, tanto é que falei sem pensar "Tadinho... Se quando eu voltar da escola ele ainda estiver por aí eu vou pegar ele para cuidar."
Dei minhas aulas, estressei com meus alunos, pensei em suicídio, depois pensei em assassinato, depois em genocídio de alunos... Um dia normal. E esqueci do gatinho.
Quando voltei ele estava na rua ainda. Não chovia mais. E um boteco da rua estava aberto. Ele estava ali por perto.
Exatamente na hora em que estou passando um cara filho da @#$%¨&, que bebia sua cerveja, chamou o gatinho, que foi todo "meninote" e alegrinho, achando que era carinho. O cara %¨&**%$ jogou cerveja na cara dele e ainda o chutou. Meu estômago veio parar na cabeça.
"O que faço, meu Deus?" E Ele respondeu: "O que você disse que ia fazer"
Fui em casa, deixei minhas coisas, fechei minha jaqueta jeans, peguei luvas cirúrgicas da minha mãe e fui lá.
_Esse gato é de quem?
Silêncio, pessoas sem ação e meio boladas.
_Ah, ele tá por aí, não é de ninguém.
_Então agora ele é meu.
Fui até o gatinho para fazer um contato e tive que ouvir de uma mulher gay "Também tô na rua, não quer me levar para casa não?".
Estendi a mão para ele me cheirar, para ele se acostumar comigo e não querer me agredir. Nunca fiz isso, de pegar bicho na rua. Muito medo! Mas ele veio e se esfregou na minha mão, pedindo carinho. Pediu colo e o levei para casa.
Não consegui falar com o Dê e tive que tomar essa decisão sozinha.
Minha mãe, recém operada, foi comigo ao veterinário e descobrimos que ele tem esporotricose. Por telefone contei para o Dê, depois de respirar fundo, sendo direta.
_Temos um gato.
E ele ficou muito, muito feliz mesmo. E emocionado.
Gastamos um dinheiro sem poder com remédios, ração... Deixamos ele trancado em "quarentena" no banheiro do 1.º andar, nos desinfetando todas as vezes que tínhamos que entrar para cuidar dele.
Ele engordou, suas feridas fecharam e ele saiu da quarentena há um mês.
Quando conto essa história para as pessoas, algumas me olham como quem estão olhando alguém que saiu nu pela rua, outras se comovem e dizem que é muito bonito o que fizemos.
Ele se tornou a sensação da clínica veterinária quando vamos para a revisão, todos querem ver o gato que chegou todo lanhado e sem esperança e que agora está bonito e gordinho.
Hoje é nosso "filho". Amado demais! E não conseguimos mais ver nossas vidas sem ele.
A torcida é grande, mas ainda não! É bom esclarecer antes de qualquer coisa.
Mas nossa família está aumentando. Há exatamente 10 semanas chegou a nossa casa um novo ser, que carinhosamente rebatizamos de Toulouse Lautrec. Um gatinho lindo!
A maior parte das minhas amigas e noivinhas por aí entram nessa de "Quem casa quer um bichinho". Não eu. Não que eu não ame animais e nem tenho trauma porque meu cachorrinho morreu e não quero mais bicho. Nada disso. Mas pelo simples fato da gente viver com o orçamento, a energia vital e o tempo na conta.
_Mô, hoje eu vi na página do facebook de animais para adoção um cachorrinho tão lindo... _dizia meu marido, com olhos suplicantes.
_Não.
_Mas ele foi abandonado...
_Não.
Até que o dia 15 de abril de 2014 chegou e com ele um frio estranho, com chuva... Saindo de casa para irmos trabalhar, Dê e eu vimos, perto da esquina de casa, um gatinho com o pelo quase todo branco, de orelhas escuras e olhos azuis. Chorando. Com frio. Magro. Com as patas pingando sangue. E querendo se enfiar em qualquer buraco.
Aquilo fez um corte no meu coração de fora a fora, tanto é que falei sem pensar "Tadinho... Se quando eu voltar da escola ele ainda estiver por aí eu vou pegar ele para cuidar."
Dei minhas aulas, estressei com meus alunos, pensei em suicídio, depois pensei em assassinato, depois em genocídio de alunos... Um dia normal. E esqueci do gatinho.
Quando voltei ele estava na rua ainda. Não chovia mais. E um boteco da rua estava aberto. Ele estava ali por perto.
Exatamente na hora em que estou passando um cara filho da @#$%¨&, que bebia sua cerveja, chamou o gatinho, que foi todo "meninote" e alegrinho, achando que era carinho. O cara %¨&**%$ jogou cerveja na cara dele e ainda o chutou. Meu estômago veio parar na cabeça.
"O que faço, meu Deus?" E Ele respondeu: "O que você disse que ia fazer"
Fui em casa, deixei minhas coisas, fechei minha jaqueta jeans, peguei luvas cirúrgicas da minha mãe e fui lá.
_Esse gato é de quem?
Silêncio, pessoas sem ação e meio boladas.
_Ah, ele tá por aí, não é de ninguém.
_Então agora ele é meu.
Fui até o gatinho para fazer um contato e tive que ouvir de uma mulher gay "Também tô na rua, não quer me levar para casa não?".
Estendi a mão para ele me cheirar, para ele se acostumar comigo e não querer me agredir. Nunca fiz isso, de pegar bicho na rua. Muito medo! Mas ele veio e se esfregou na minha mão, pedindo carinho. Pediu colo e o levei para casa.
Não consegui falar com o Dê e tive que tomar essa decisão sozinha.
Minha mãe, recém operada, foi comigo ao veterinário e descobrimos que ele tem esporotricose. Por telefone contei para o Dê, depois de respirar fundo, sendo direta.
_Temos um gato.
E ele ficou muito, muito feliz mesmo. E emocionado.
Gastamos um dinheiro sem poder com remédios, ração... Deixamos ele trancado em "quarentena" no banheiro do 1.º andar, nos desinfetando todas as vezes que tínhamos que entrar para cuidar dele.
Ele engordou, suas feridas fecharam e ele saiu da quarentena há um mês.
Quando conto essa história para as pessoas, algumas me olham como quem estão olhando alguém que saiu nu pela rua, outras se comovem e dizem que é muito bonito o que fizemos.
Ele se tornou a sensação da clínica veterinária quando vamos para a revisão, todos querem ver o gato que chegou todo lanhado e sem esperança e que agora está bonito e gordinho.
Hoje é nosso "filho". Amado demais! E não conseguimos mais ver nossas vidas sem ele.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Soluçando com uma festa surpresa
No último domingo, um dia antes do meu aniversário, ganhei uma festa surpresa.
Eu sempre fiz todo tipo de surpresa para todo mundo em se tratando de aniversários. Mas no meu, era sempre eu quem passava o dia arrumando casa e fazendo meu próprio bolo.
Nos últimos anos eu falei "Chega! Não vou fazer mais festa!" Porque cansa a beleza.
E passei a jantar fora.
Esse ano não seria diferente, só que eu estava um pouco desanimada, iria trabalhar até tarde e numa segunda-feira é difícil pegar um lugar bacana para comer que funcione depois das 10 da noite. Decidi que iria sair no sábado com meu marido: cinema, shopping, livraria, é disso que eu gosto. E no domingo a gente sairia para almoçar porque eu não ia pro fogão de jeito nenhum.
Só que a vizinha chamou minha mãe para um aniversário e, para não gastar, aceitei ir também. E eu não sabia nem de quem era a festa.
Antes resolvi dar uma limpeza no banheiro, já que sua mãe viria, e vi Dê nervoso, querendo ir embora logo.
Fui na tia do Dê buscar o povo, já que eles queriam ir no aniversário da vizinha também. Achei uh-oh o auto-convite, mas tudo bem. No caminho outra vizinha ligou para a gente levar pão de alho e pensei "Que abuso!", mas tudo bem.
Saímos da tia do Dê mais de duas da tarde, e ainda tínhamos que passar no mercado para comprar pão de alho. E nada de pão de alho! E não encontrei nenhum presente! Me senti A cara de pau: sem presente, sem pão de alho, levando a sogra, o cunhado e a concunhada e ainda por cima chegando atrasada. Fiquei muito, muito bolada e reclamando com o Dê enquanto dirigia para casa.
Quando estacionei o carro eu vi que o pessoal lá no salão começou aficar nervoso e a se levantar, olhando demais para nós que chegávamos. "Mico! Devem estar querendo saber por que eu estou trazendo tanta gente!" Só que de repente eu vi uma tia que nem sai de casa.
E a ficha caiu.
Meu peito ardeu, minha garganta deu um nó e comecei a chorar igual criança dentro do carro.
Olhei pro Dê, que estava do lado de fora e abaixei o vidro "É o que eu tô pensando que é?" E ele sorriu.
Quando cheguei no salão e a música do "Parabéns!" rompeu eu não conseguia abrir os olhos, como se eu estivesse dentro do mar. Recebi uma chuva de presentes e abraços que não cabiam em meus braços.
Eu sempre fiz todo tipo de surpresa para todo mundo em se tratando de aniversários. Mas no meu, era sempre eu quem passava o dia arrumando casa e fazendo meu próprio bolo.
Nos últimos anos eu falei "Chega! Não vou fazer mais festa!" Porque cansa a beleza.
E passei a jantar fora.
Esse ano não seria diferente, só que eu estava um pouco desanimada, iria trabalhar até tarde e numa segunda-feira é difícil pegar um lugar bacana para comer que funcione depois das 10 da noite. Decidi que iria sair no sábado com meu marido: cinema, shopping, livraria, é disso que eu gosto. E no domingo a gente sairia para almoçar porque eu não ia pro fogão de jeito nenhum.
Só que a vizinha chamou minha mãe para um aniversário e, para não gastar, aceitei ir também. E eu não sabia nem de quem era a festa.
Antes resolvi dar uma limpeza no banheiro, já que sua mãe viria, e vi Dê nervoso, querendo ir embora logo.
Fui na tia do Dê buscar o povo, já que eles queriam ir no aniversário da vizinha também. Achei uh-oh o auto-convite, mas tudo bem. No caminho outra vizinha ligou para a gente levar pão de alho e pensei "Que abuso!", mas tudo bem.
Saímos da tia do Dê mais de duas da tarde, e ainda tínhamos que passar no mercado para comprar pão de alho. E nada de pão de alho! E não encontrei nenhum presente! Me senti A cara de pau: sem presente, sem pão de alho, levando a sogra, o cunhado e a concunhada e ainda por cima chegando atrasada. Fiquei muito, muito bolada e reclamando com o Dê enquanto dirigia para casa.
Quando estacionei o carro eu vi que o pessoal lá no salão começou aficar nervoso e a se levantar, olhando demais para nós que chegávamos. "Mico! Devem estar querendo saber por que eu estou trazendo tanta gente!" Só que de repente eu vi uma tia que nem sai de casa.
E a ficha caiu.
Meu peito ardeu, minha garganta deu um nó e comecei a chorar igual criança dentro do carro.
Olhei pro Dê, que estava do lado de fora e abaixei o vidro "É o que eu tô pensando que é?" E ele sorriu.
Quando cheguei no salão e a música do "Parabéns!" rompeu eu não conseguia abrir os olhos, como se eu estivesse dentro do mar. Recebi uma chuva de presentes e abraços que não cabiam em meus braços.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Bodando - Bodas de Papel de Pão
Para o meu amor, Dedê, feliz 1 ano e 6 meses de casados!
Eu pensava que estaria curtindo você, à toa, no nosso sofá vendo tv nos finais de semana.
Hoje mal temos tempo para limpar a casa nos finais de semana.
Hoje nem temos sofá
Eu pensava que sairíamos para comer fora em todos os meses, no nosso dia
Hoje temos que voltar correndo para casa para fazer a marmita do dia seguinte
Hoje temos que fazer a janta para nossos pais acamados
Eu pensava que viajaríamos para o exterior, antes dos filhos chegarem
Hoje nem conseguimos visitar nossos pais que moram longe
Hoje estamos pagando a parcela da 2.ª lua de mel em Paraty
Eu pensava que receberíamos nossos amigos, de vez em quando, para um open house
Hoje mal conseguimos postar "Parabéns" no facebook quando eles fazem aniversário
Hoje nossa casa ainda está em obra
Eu pensava que estaríamos nos estranhando muito mais, acertando os ponteiros do início da vida a dois
Hoje você lê meus pensamentos e ri das minhas tpms
Hoje sinto que somos casados desde sempre, desde antes
Eu sempre quis um amor que fosse tão grande, que me completasse de uma forma que não importassem os sofás, os jantares a luz de velas, as viagens... Hoje esse amor é você
sábado, 16 de novembro de 2013
Casando em Resende

Desculpe o sumiço. E não, esse blog não vai mudar de assunto, continuo a falar de casamentos em Petrópolis. Mas, por um motivo especial, vou falar de um casamento em Resende. E é o mesmo motivo da minha ausência: meu irmão casou na última quinta-feira, em Resende.
E eu passei a semana às voltas com o bolo.
Há dois anos ele mora com minha cunhada, e fizeram "união estável", o que ajuda muita coisa, como planos de saúde e direitos de bens. Mas eu, sinceramente, acho que é desculpa para não casar de verdade. No caso do meu irmão, dizia ele, é porque não tinha como organizar ainda um casamento. Mas tempo vai, tempo vem..., resolveu casar, de verdade.
Preciso me posicionar: nada contra quem casa do jeito que quer, quem só junta as escovas de dente, mas eu, Natalia, só acredito em casamento no papel ou diante de Deus, no matrimômio. Mas tem que haver impulso verdadeiro para isso, já que muita gente tem um casamento de arromba na igreja mais linda e não casou de verdade... Mas depois falo disso.
No cartório, na hora marcada, estávamos lá para ver meu irmão casar. Meus pais, amigos, minha avó... Alguns faltaram, afinal a maioria mora longe e era uma quinta-feira de manhã. Depois fomos todos para um restaurante comemorar. E, de noite, meu irmão fez uma festa num clube da vila militar, onde ele mora. Churrasco. E pode? Acho que sim. porque ficou muito bom e servido de uma forma elegante. O buffet arrasou. E eu fiz o bolo. Encomendei um bolo fake, em aluguel, fiz o bolo, encaixotei em vasilhas gigantes de plástico, pus separado em outras vasilhas o chantilly, botei tudo na mala e levei pra Resende. Para não azedar, liguei o ar do quarto do hotel e pus o chantilly na geladeira. De noite levei tudo pro salão e, na hora de corte do bolo, fui na cozinha do buffet, desencaixotei os bolos e passei o chantilly. E voilá! Todos felizes!
E meu irmão mais ainda! E eu fiquei muito feliz por ele... Amou quando viu o bolo fake, achou que era de verdade e que fora eu mesma que o fiz, hahahha.
Dá certo fazer o próprio bolo do casamento? É melhor pedir para alguém... Mas dá certo carregar o bolo pra longe, bater o chantylli e usar no dia seguinte... Dá sim. Depois posto as receitas. O melhor chantilly e que dura horas fora da geladeira é o Chantycollor (e isso não é um publipost).
(Na foto, que tirei de http://lidiaemarcelo.blogspot.com.br, que também casaram em Resende, a igrejinha de frente à Aman, que amo, acho linda, mas não foi lá que meu irmão casou. Ainda heheh)
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Respondendo uma Tag - Um pouco sobre mim
Fui indicada pela Milla (beijo, menina!) do blog http://issoeoqueamo.blogspot.com.br/ para responder as perguntinhas a seguir. O povo da blogosfera chama de tag. Acho que sou meio leiga nesses assuntos, pra mim tag era outra coisa. Mas como a voz do povo é a voz de Deus, vou chamar de tag também.
Sou o tipo de pessoa que adora auto-ajuda e esses lances reflexivos. Respondendo às questões me deparei com algumas coisas:
1. Que saudades dos cadernos de perguntas! Quando a gente ficava esperando para saber das fofocas e chavecar, mandar recado...
2. Meu blog se chama "Casando em Petrópolis", e o que menos tem é gente de Petrópolis por aqui... Aliás, o que menos tem é gente. Assim como o Agamenon Mendes Pedreira, que só tinha 17 leitores, eu tenho 62 seguidores. Alguns são da família, para dar uma moral, então não conta. Acho que sou uma incompetente, hahhaha. Três anos na blogosfera e tem gente que estreou em outubro e já está na casa dos 80 seguidores e mais de 100 mil visitas. Acho que por isso só ganhei 7$ até hoje pelo google adsense. Mas isso vai mudar! Me aguardem!
3.Tenho um senso humor ácido e crítico. Muita gente não entende. Então se você riu de alguma coisa que escrevi nas respostas, me diga para que eu não me sinta tão incompreendida pelo mundo.
(Via Tumblr.)
Bora pra tag? Já é!
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Abençoando
Mostro hoje mais uma foto do meu casamento, com muita saudades... Confesso que eu não queria que esse fosse o argumento: minha avó postiça, mãe do meu sogro, que eu amo tanto, partiu para a morada eterna. Eu a vi fechar o olhos e dar os últimos suspiros. Dias sem postar se devem a isso.
Minha primeira postagem, depois desse período, claro que tinha que ser para ela.
Esse beijo tão gostoso da foto foi dado depois que ela, junto com minha avó paterna, levaram as chaves da casa (onde moro hoje com meu marido) para abençoar, durante a cerimônia do casamento.
Felicidade ter avós no casamento, nos abençoando...
Que minha casa seja tão feliz quanto foi a dela. Tão cheia de Deus.
Obrigada, vó, por ter me dado o Dê, por ter me dado o amor da minha vida.
Obrigada por tudo, amarei você pra sempre.
Continue nos abençoando...
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domingo, 26 de maio de 2013
Aniversariando Casada
E hoje é meu 1.º aniversário casada!
33 anos. Que idade mais cheia de significados...
Eu disse uma vez aqui no blog que a preparação do meu casamento foi a via sacra mais bonita que já fiz. E agora, casada, tenho a mesma idade em que Cristo tornou-se o "noivo da Igreja".
E eu casei com alguém que pudesse ser para mim esse noivo.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Lidando com a família
E 2013 começou com... briga.
Minha família extensa (mãe, irmão...), do seu jeito, quer interferir na minha nova família nuclear (eu e meu marido). Eu não me aguento e quero interferir na família extensa do Dê.
Como se resolve isso?
Na falta de um padre ou outra pessoa que possa me aconselhar, fui procurar no google.
E aí encontrei dois textos maravilhosos:
http://casaisnaplenitude.com.br/page_37.html
http://www.melhoramiga.com.br/2013/01/intromissao-dos-sogros-aprenda-como-lidar-com-a-situacao/
E peguei para mim algumas coisas das que li nos textos acima:
"Quando visitarem os vossos parentes, tornem as visitas razoavelmente curtas"
Depois que casei combinei com meu marido de visitar sua mãe, em Minas, pelo menos 1 vez por mês. Tenho então um problema com isso: amo visitar minha sogra, mas às vezes acho que devo ficar uns dois meses ou mais sem visitá-la... É porque ela tem seus problemas, eu quero ajudá-la, ela os divide comigo e pronto: os problemas passam a ser meus. Eu começo a me doer com eles. E como eu não tenho poder de ação, insisto com meu marido para que ele ajude a mãe a resolvê-los. Só que meu marido não quer se meter. Algumas vezes até brigamos. E como fico? Deixo minha sogra sofrendo sozinha, o que não acho justo? Continuo a insistir com meu marido para que ele se posicione? Ai, ai...
"Discutam as faltas do vosso cônjuge só com ele e não com as vossas famílias"
Essa é boa. Vira e mexe me vejo reclamando de pequenas coisas do Dê com minha mãe. É que mãe serve pra isso, pra gente poder desabafar. Minha experiência de vida me ensinou que a gente não deve nunca, NUNCA, falar no nosso marido, nem bem nem mal para amiga nenhuma. Minha mãe perdeu o marido assim. Mas será que tenho esse direito, de ficar falando do meu marido para minha mãe? Tenho medo de sofrer sozinha com alguma coisa que ela poderia me ajudar se eu falasse, e dessa coisa virar uma bola de neve; tenho medo de envenenar o olhar da minha mãe contra meu marido (porque mãe faz isso, pita de feio todo mundo que faz algo estranho contra o filho)... Tenho amiga que o marido fazia coisas ruins e ficava calada. Depois se separou e os pais nem sabiam que as coisas não iam bem para poder aconselhar...
"A Bíblia diz que quando o homem e mulher se casam, devem deixar pai e mãe e se tornarem uma só carne, ou seja, uma nova família"
Meu irmão nesse final de semana criticou a minha postura de ser tão unida ao meu marido. Não faço nada sem ele ou que ele não possa participar de alguma maneira. Conto tudo pra ele. E ele também é assim comigo. Somos parte um do outro. Tudo o que é meu é dele e vice-versa. Estou casada, atrelada, colada, remendada a ele. Não estou com ele, sou dele. Somos um do outro. Mas meu irmão acha que isso é exagero, que estou bilolada, que isso é dependência, que isso e aquilo e que marido é companheiro de vida e não parte do corpo. E aí fico me sentindo um pouco idiota. Mas será que sou mesmo? Estou tentado seguir o que diz a Bíblia, mas de forma sábia...
No texto do blog "Casais em plenitude" diz que esse versículo inclui 3 aspectos no verbo "deixar": o financeiro (que graças a Deus estamos caminhando seguros para isso), o emocional (que é o mais difícil para mim, já que sou tão guiada ainda pelo o que meu irmão e minha mãe dizem) e o geográfico (o mais difícil no momento, já que estamos morando de frente para casa de mamy e dependemos de telefone e até de fogão. E ela não aceita que eu, estando de férias, não passe um dia sem ficar na casa dela).
Acho que vou ficar meditando sobre o que diz no final do texto:
"Tenha uma postura firme e ao mesmo tempo amorosa. Nunca deixe de honrar pai e mãe, mas nunca permita intromissões."
(Imagem extraída de http://www.melhoramiga.com.br/2013/01/intromissao-dos-sogros-aprenda-como-lidar-com-a-situacao/, que ilustra um dos textos citados neste post)
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Abrindo 2013...
...Como um presente.
Meu primeiro ano inteiro casada.
Meu primeiro ano inteiro casada.
(Imagem extraída de http://miesf.com.br/amanhecer/2012/10/25/presente-de-deus/. Aproveita e leia o texto, que é lindo!)
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Fechando 2012
2012 acabou e 2013 vai começar. Outras noivas irão casar em 2013, uma delas pode ser você. Pra falar a verdade, isso me dá um certo ciuminho. Normal.
2012 passou rápido. Há um ano estava ansiosa porque o ano do meu casamento iria começar. Lembro das ligações do meu pai e do meu padrinho me dando "Feliz Ano Novo" e desejando que esse fosse o ano mais feliz da minha vida.
E foi.
Fui feliz demais em 2012.
Quero ser mais feliz em 2013. Será possível?
Estou tão feliz que tenho medo que algo ruim aconteça. Tenho um caroço no peito que ainda não sei o que é. Eu queria estar grávida no final de 2013. Aliás, eu quero. Tenho 12 meses novinhos pela frente, vou começar outra via dolorosa, outra jornada da vida para gerar outra vida em mim.
O texto a baixo é para meu marido, meu maior amigo, meu maior amor.
Não é meu o texto, tirei do site mundo das mensagens, assim como a imagem.
Sentir que somos importantes para alguém,
é simplesmente sentir a vida, o sonho,
principalmente se este alguém
é importante para nós.
Amor meu, vamos passear pelos campos,
mares, jardins floridos,
enfim, vamos dar as mãos e neste contato,
sentir as diferentes emoções
transmitidas pelos nossos corações.
É preciso sonhar para viver os sonhos,
pois através deles é que nos realizamos na vida,
com você sinto o brilho das estrelas,
e até começo a contá-las...
A lua está mais bela, pois percebe que em nossos corações,
o amor floresce.
Cada flor parece ter mais vida,
o sol ilumina nossos rostos, querendo mostrar à natureza,
como é bom amar
Nestes prados verdejantes, vamos sentar debaixo do Ipê florido,
admirar as flores campestres e sentir que o silêncio existe.
Sempre existiu nos campos, dando espaço
aos sons que a própria natureza emite,
o cantar dos pássaros, o farfalhar das árvores...
Continuamos de mãos dadas,
você colhe uma pequena flor do campo
e coloca em meus cabelos.
Então eu sinto que o amor existe,
Deus está ali conosco, e como é belo amar
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Fotografando o casamento - Depoimento Studio Neumanns
Continuando a agradecer meu lindos fornecedores, com muita alegria publicarei o depoimento, na íntegra, que nossos fotógrafos nos escreveram. Beijos para vocês, Bia e Michel! Muito sucesso e que continuem a emocionar com suas obras de arte fotográficas!
Como foi fotografar o Casamento de Natália e Denis!
Para isso precisarei começar contando desde o início.
Publicamos em 2010 na revista Festas e Eventos da Tribuna de Petrópolis um
anuncio cujo mesmo havia a foto de uma noiva prestes a entrar na igreja, com um
brilho no olhar fascinante, que nos traz um sentimento único. E foi esse brilho e esse sentimento que
fascinou a Natália quando viu. Porém a mesma já basicamente havia definido o
fotógrafo de seu casamento. Mas mesmo assim ficou interessada em conhecer um
pouco mais nosso dedicado trabalho. Ao acessar nosso site, viu que esse
sentimento estava presente em todo nosso trabalho. Combinamos de nos encontrarmos para que a
mesma pudesse nos conhecer pessoalmente, coisa que não abrimos mão.
Passamos na casa dela à caminho de um casamento que
aconteceria no outro dia no rio, isso era bem cedinho, e a dorminhoca ainda
estava acordando rsrs. Começamos a conversar e logo notamos o tamanho da
admiração e a importância que a mesma demostrava pela nossa arte. Coisa na qual
nos fazem as pessoas mais felizes do mundo. E logo sentimos muita vontade de
fazer parte desse dia tão importante em sua vida.
Logo no começo da outra semana recebemos a notícia de que
realmente faríamos parte desse momento.
Deixando-nos ainda mais felizes. Combinamos para acertar os detalhes,
conhecemos o Denis, trocamos alguns e-mails, Natália publicou em seu blog isso
o que relatamos acima com isso surgiram outras noivas interessadas em conhecer
nosso dedicado trabalho. (Inclusive ficamos muito agradecidos)
Enfim logo o tempo voou, se passaram quase 2 anos e chega junho
de 2012. Começamos estudar cada detalhe do casamento. Marcamos uma reunião com
todos os profissionais etc...
Quinta feira antes do casamento como de costume eu Michel
com insônia, pois a cabeça não para de pensar em todos os detalhes. Ah detalhe são exatamente 3:30 da manhã e
estou eu acordado, pois temos um casamento em Búzios no sábado rs.
Voltando rs, começamos a estudar minuciosamente todos os
detalhes do casamento, tudo o que a Natália havia planejado, detalhes como: Uma
mesa de doces feita pelas suas tias, o porque dela casar em Petrópolis na
catedral ás 14:00h, um lustre instalado no meio do salão para uma valsa, uma
mesa de noivos estilo americana, a sua paixão por balé e literatura e por ai
vai. Com isso fizemos algumas fotos muito marcantes para Natalia como:
Foto do vestido em uma estante de livros, foto de sua
sapatilha de balé em cima de um livro do teatro municipal, no qual já se
apresentou, foto da dança do casal de baixo para cima valorizando o lustre que
a mesma fez exclusivamente. Para essa foto soube que fomos chamados de maluco, pois
tivemos que deitar no chão, para conseguir o ângulo que queríamos rs.
Tivemos algumas dificuldades, pois temos uma proposta de
trabalho totalmente fora do padrão! Pegamos tudo o que é tradicional e jogamos
no lixo rsrs, jamais fotografamos poses, jamais queremos que os noivos fiquem a
festa inteira tirando fotos ao invés de aproveitar a festa! Não sabemos e
detestamos fazer isso! Mas respeitamos os profissionais que as fazem. Mas não é nosso estilo rs
E em alguns momentos no making off, da cerimônia e da festa
instintivamente Natalia nos pediu alguma dessas coisas! E ai como dizer não?
Não dizemos! Pegamos o que ela nos pediu e fizemos do nosso jeitinho. No making
da noiva, enquanto Natália posava a Bia fingia que fotografava rs, e ao ficar
totalmente natural a Bia fotografava, na festa a mesma coisa, nos pedia para
fazer uma foto e congelavam, disparávamos o flash e um segundo depois
clicávamos rs.
Mas um desafio mesmo foi fotografar o making do noivo.
Sempre pedimos para o noivo deixar a roupa dele com a noiva, para que possamos
fotografar. E com isso prender um pouco os noivos apressados rs. Mas o Denis
não deixou, mas até ai tudo bem! Combinamos que ele poderia tomar banho e me
esperar para começar a se arrumar.
Enquanto isso eu lutava para fotografar a decoração da
Catedral em um sábado 12:00h. Coisa que é basicamente impossível, pois há
muitos turistas desfilando em seus corredores, mas lá estava eu dando meu
jeitinho brasileiro. Ao chegar no hotel em que o Denis estava me deparei com
ele totalmente pronto! Com pelo menos 1h de antecedência para o casamento, na
hora gelei, respirei fundo e disse e agora? Para melhorar ele já havia
entregado seu quarto e estava em um quarto de um amigo minúsculo rs. Bom havia
ocorrido um incidente como brinco da
noiva, o mesmo desapareceu, e perguntei se por um acaso não estava com ele. E
ai o Denis começou a revirar tudo a procura, foi onde eu fiz o making off do
noivo arrumado!
Na cerimônia foi tudo tranquilo, pois tivemos muito tempo
para fazer de nossas fotografias obras de arte, ainda mais com um cenário
maravilhoso como a catedral! Logo após a
cerimonia fizemos umas rápidas externas na casa dos 7 erros e partimos para a
festa.
Confesso que fiquei um pouco preocupado se haveria tempo
para os noivos curtirem a pista, pois havia tantas coisas a serem feitas no
cronograma! Mas a pista bombou, rolou samba enredo e tudo foi possível sentir a
vibração nos corações palpitantes de
Natalia e Denis. Porém os noivos pouco tiveram um momento só deles como é
normal, pois são tantos amigos abraçando e beijando.
Por isso fazemos questão de ficar até o final da festa, e
não deu outra DJ Mau fez uma sequência de suas musicas favoritas e os dois
finalizaram a festa exaustos de tanto
dançar, e nós fotografamos tudo. Afinal o melhor da festa sempre está no final!
E para finalizar, guardamos todo o equipamento, mas ao sair
notei que havia um detalhe que não nos foi mencionado. Natália pediu que
colocasse no retrovisor de cada carro um saquinho com uma mensagem e sementes de amor perfeito.
As pernas já não respondiam mais, mas fiz questão de montar novamente o
equipamento e fazer a última foto da noite, para mim aquele era apenas um
pequeno detalhe, porém para Natália anos de preparação, dedicação e carinho
como foram todos os detalhes do casamento.
E é assim que é feito nosso trabalho, estudamos os mínimos
detalhes, doamos suor e sangue se precisar, fotografamos de corpo alma e
coração. Contamos em nossa fotografia a história de cada casal. Pois sabemos
que só assim seremos eternamente lembrados.
Natália e Denis, são casais como vocês que nos fazem amar
cada vez mais nossa profissão. Poder ver dentro do olhar de vocês o tamanho do
amor que existe de um pelo outro é
incrível, empolgante, não dá vontade de parar de clicar um só instante. Adoramos fazer parte desse dia tão importante
na vida de vocês dois, nos sentimos lisonjeados em sermos os escolhidos para ilustrar
esse capítulo da história de vocês. Desejamos muitas felicidades na vida de vocês!
(Foto de Michel Neumann)
sábado, 15 de dezembro de 2012
Agradecendo aos fornecedores - Parte II
"Oi Tânia! Tudo bom?
Quero te agradecer pelo bolo maravilhoso! Aliás, os dois:
o da base do fake (que era todo com massa branca, mas carregadíssimo no
recheio) e o que foi servido aos convidados. Perfeitos!!! Realmente, seu bolo
não sobra mesmo... Quando veio aqui pra casa deu até briga com a empregada.
Acredita que ela comeu meu bolo todo?
É lóóógico que estou te indicando pra todo mundo e é
lóóóógico que vou encomendar outro bolo daquele que você fez para a base do
fake (recheio de creme paris e doce de ovos, como massa branca), também
carregadíssimo no recheio.
Meu bolo foi o mais bonito do mundo!
E mais uma vez, muito obrigada, fada dos bolos de
casamento!!!"
"Obrigada Natalia pelo
carinho , confesso que fiquei super preocupada. Ufaaaaaaaa! Analisei, pensei, pensei e cheguei ao resultado final em relação a confeitagem
do bolo. Deu tudo certo, graças a Deus. Desejo ao casal mil
felicidades. Bjs Tania Sabaia"
................................................
"Querida Márcia!
Obrigada por ter feito parte do
nosso casamento com suas gotas de carinho, que são seus bem casados. Guardei os
que você me mandou na caixinha no freezer e, cada vez que como um com meu
marido, viajo até o dia mais lindo da minha vida. O que vou fazer quando eles
acabarem?...
Vou encomendar mais! Você aceita
encomendas menores? XD
Abraços,
Natalia"
"Oi Natalia, tudo bem?
Obrigada pelo seu carinho. Faço quantos você quiser. Me liga com uma semana antes.
BJS. MARCIA"
................................................
"Querida Lúcia.
Quero agradecer pelo carinho e os
docinhos maravilhosos que você fez para meu casamento. Você foi muito especial
e atenciosa, desde nosso primeiro encontro no Casar na Serra de 2010 até o
cuidado com os doces diet. Tudo gostoso e perfeito! Muito obrigada!"
"Boa tarde Natalia,
Foi um prazer estarmos presente com nossos doces em um momento tão especial em sua vida. Espero que tudo tenha ficado como idealizou para seu dia. Desejamos ao casal felicidades e nos colocamos a disposição para adoçarmos outros momentos de suas vidas, sempre que precisarem.
Abraços, Equipe Lucia Sattler Doces Finos"
........................................................
"Oi Vanessa e todos do Maria Luiza Buffet
Sei que Denis e eu
já agradecemos no dia mesmo do nosso casamento, mas quero deixar registrado e,
se quiser, pode transformar o texto a baixo em depoimento pro site:
Casar em outra
cidade não é fácil e eu não conhecia coisa alguma sobre casamentos em
Petrópolis, então busquei a internet e fiz uma lista. Lembro bem do dia: subi a
serra em busca de um lugar para a recepção e vi o Solar Portugal, lembrei da
minha lista e parei o carro. Estavam arrumando o salão para um casamento e eu
fiquei encantada. Senti algo de muito positivo. Andrea nos recebeu e fizemos
uma pré-reserva da data, com dois anos de antecedência. Depois, no Casar na
Serra, conheci a Vanessa e fui apresentada ao buffet da Maria Luiza. Morri de
amores! Naquele dia mesmo fizemos o pagamento da reserva. Fiquei tão feliz! O
que eu sabia sobre Maria Luiza Buffet? Quase nada, algumas indicações na
internet e naquele dia, soube que era um dos buffets mais deliciosos que já
provei. E não perdi tempo em degustar mais nenhum e nem procurar outra casa de
festas. Hoje só recebo elogios pelo buffet e local escolhidos. Indico pra todo
mundo, até para quem vai casar aqui no Rio. Cuidado, profissionalismo, perfeição
e um toque de magia no tempero! Muito obrigada por fazer do meu casamento um
sonho! Com certeza nos
encontraremos de novo!
Abraços"
................................................................
"Queridos da Louzieh
Desde a primeira vez que degustei
um de seus docinhos fiquei, sem exagero, apaixonada. Como sou até hoje, depois
de 1 ano! Em cada docinho que provei na degustação eu senti, cuidado, pesquisa,
amor, dedicação. Tornou-se impossível não tê-los em meu casamento! E hoje, mais
de 1 mês casada, venho agradecê-los por cada gota de carinho em forma de
docinho. Foi muito, muito especial pra mim!
Quando fui à mesa dos docinhos,
diante de tantos chocolates e docinhos, minha cerimonialista me disse “Pode roubar
um docinho”. E qual eu peguei? Banana com canela, da Louzieh é claro!
Digo pra todo mundo, com saudade
e boca cheia d’água, que a Louzieh tem os melhores docinhos do mundo! Em cada uma de minhas bodas irei
encomendar seus docinhos.
Obrigada e parabéns!
Natalia"
"Querida Natalia, me sinto no direito de ser intima
pois suas palavras tocaram meu coração.
Realmente o amor, o carinho, a
dedicação, são ingredientes fundamentais pra mim e toda minha equipe.
Obrigada por fazer nosso dia
começar com tanta doçura, estaremos sempre prontos a lhe atender.
Com muito carinho,
Louzieh"
..............................................................
(Imagem extraída de http://www.superrecados.com)
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Agradecendo aos fornecedores - Parte I
Seguindo a vida, fazendo os exames e me preparando para o fim de ano, senti uma vontade louca de agradecer. Estou nessa vibe quase hippie de olhar para passarinhos e agradecer, mesmo estando num engarrafamento horroroso na Barra da Tijuca (você que passa por lá sabe o que).
Inicio hoje mais uma (mais uma!) série de posts: os agradecimentos às pessoas que fizeram o nosso casamento, enquanto evento, acontecer. Alguns hoje não são mais apenas fornecedores para nós, mas amigos.
Depois que voltamos da lua de mel mandei um e-mail de agradecimento a todos os fornecedores. Hoje eu escrevi agradecendo aos nossos fotógrafos, Michel e Bia, do Studio Neumanns. Mas nunca consegui escrever para a Vívian. Um dia até tentei, mas comecei a chorar enlouquecida, porque significava adeus. E eu não queria, não quero, dizer para ela: "Muito obrigada, beijinho, beijinho, tchau, tchau". Ainda bem que ela entende perfeitamente o fato de eu não ter escrito um e-mail de agradecimento.
Se todos os noivos têm obrigação por etiqueta em agradecer aos fornecedores, eu não sei. Acho importante, principalmente se for sincero e espontâneo.
"Oi Vívian
Vou ficar protelando te agradecer.
Também fico enrolando para escrever um depoimento pra seu site.
Não consigo.
Cada vez que penso em escrever alguma coisa começo a chorar.
Não só por você ter se tornado uma pessoa tão especial na minha vida, num dos momentos mais especiais dela, mas por tudo o que você fez pelo meu casamento. Talvez a sua modéstia venha dizendo “Ah, que isso, é só o meu trabalho”. Mas você sabe que fez mais do que o seu trabalho. Você me acalmou quando eu estava em crise de choro, agüentou cada uma das minhas idéias loucas e ainda por cima embarcava nelas, esteve a posto para deter a "Carminha", até conseguiu controlar o meu irmão caçula/peste!... Você teceu uma bela colcha de renda, encarou cada um dos nós, soube dar espaço, teve paciência... Jamais, jamais, nunca mais, vou esquecer você.
(ai droga, um cisco caiu no meu olho)
Me recuso a abrir alguns e-mails que você me mandou, quero vê-los ainda piscando na tela como sinal de que ainda temos coisas do casamento a resolver.
Sei que com o tempo vou virar mais outra noiva na sala da memória, que você vai visitar vez ou outra, quando precisar de alguma referência, quando alguma noiva a fizer lembrar de mim.
Jamais vou esquecer seu pulso doce e firme, orquestrando meu sonho.
Jamais vou esquecer nosso primeiro encontro e de como reconheci em você a pessoa que eu precisava, como se eu já a conhecesse.
Jamais vou esquecer que vi sua filha crescer na sua barriga
Não quero dizer adeus
(...)
Bjos"
"Oi Natalia.
Não tenho nem palavras sobre seu email. Só posso dizer obrigada, obrigada e obrigada. Foi um prazer te conhecer e termos tido este contato. Conte sempre conosco. (...)
Bjs"
..............................
"Boa tarde Ruth!
Sou a Natalia, que casou com o Denis. Vocês fez a caligrafia dos convites pra mim (aqueles convites brancos feitos pelo Gerson, da Dritter)
Esse e-mail é para te agradecer pelo carinho em caligrafas meus convites, ficaram lindos, todos elogiaram. Hoje eu passei na sua sala e não a encontrei, então pus por de baixo da porta um dos convites dos convidados não confirmados. Quero te dar de presente ele, pra você guardar.
Indicarei seu trabalho para minhas amigas noivas e espero que eu possa tê-la de novo caligrafando convites para futuras festas.
Abraços"
"Ola Natalia,
Recebi, sim, seu convite e fiquei muito feliz de participar deste momento especial em suas vidas.Ruth"
.............................
"Oi
Diego e todo mundo do Camerata!
Desculpe
a demora em responder, mas vocês sabem como é: lua-de-mel, casa e trabalho pra
arrumar...
Este
e-mail é para agradecer a vocês. Foi a cerimônia mais linda que eu já fui, e
não porque era o meu casamento, mas é porque foi mesmo. Muita gente falou
comigo que se emocionaram muito. E vocês foram uns dos grandes responsáveis por
isso. Obrigada pelo ensaio com meu irmão, acho que ele fez direitinho (nem
consegui prestar tanta atenção, eu estava tão emocionada na entrada...) e
também obrigada por ensaiar com o Francisco, que fez o Salmo.
Achei
tudo tão lindo... Eu quero que chegue logo o vídeo para poder contemplar as
músicas...(...)
Escolhi
vocês não só pela qualidade do trabalho (que acho maravilhoso). Quando eu os
conheci foi como se eu já os conhecesse, senti uma energia tão boa... Foi como
se eu tivesse reencontrado meus amigos de faculdade.
Tenho
vontade de abraçar a cada um de vocês, já que não consegui fazer no dia do
casamento. Estou sempre em Petrópolis, quem sabe um dia a gente pode marcar? (...)
Espero
um dia tê-los em outra cerimônia minha. Dá vontade de casar de novo! Heheh Quem
sabe nas bodas?"
"Olá
Natália!
Que bom ter notícias suas.
Poxa, fiquei muito feliz com suas palavras de agradecimento e inclusive já encaminhei à todos os integrantes que participaram do seu casamento (inclusive a Rebeca, cantora que você não conhecia). (...)
Seu irmão e o Francisco (salmista) são duas pessoas fantásticas. Foram super profissionais, passaram conosco as músicas (inclusive lá no dia demos uma última passada com seu irmão) e nos deixaram também bastante à vontade, principalmente, pois como você mesma disse, são músicas que apesar de a maioria do grupo conhecer, não costumamos tocá-las, já que hoje em dia é tão raro ver um casamento com missa. (...)
E no mais é isso. Para o que precisar (como você mesma disse, quem sabe para uma bodas) estamos aí! :p
Grande abraço e felicidades nessa nova etapa da vida de vocês.
Diego Forte
Piano - Camerata Vivace"
Poxa, fiquei muito feliz com suas palavras de agradecimento e inclusive já encaminhei à todos os integrantes que participaram do seu casamento (inclusive a Rebeca, cantora que você não conhecia). (...)
Seu irmão e o Francisco (salmista) são duas pessoas fantásticas. Foram super profissionais, passaram conosco as músicas (inclusive lá no dia demos uma última passada com seu irmão) e nos deixaram também bastante à vontade, principalmente, pois como você mesma disse, são músicas que apesar de a maioria do grupo conhecer, não costumamos tocá-las, já que hoje em dia é tão raro ver um casamento com missa. (...)
E no mais é isso. Para o que precisar (como você mesma disse, quem sabe para uma bodas) estamos aí! :p
Grande abraço e felicidades nessa nova etapa da vida de vocês.
Diego Forte
Piano - Camerata Vivace"
(Imagem extraída de http://mensagens.culturamix.com/frases/agradecimento-profissional)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Entrando na luta
Um dia ela chega, e ela sempre chega. E temos que estar preparadas para ela.
Minha vida inteira, minha alimentação, minha fé... Vestiram-me para combatê-la e eu nunca me enganei, sempre olhei no horizonte a espreita dela. Ela chegou para muitas pessoas ao meu redor.
Eu não sabia que chegaria a mim tão cedo.
Não assim, recém-casada.
Um dia fui malhar em outubro, mês rosa, mês da campanha de prevenção contra ela. E recebi um cartãozinho: "Você já fez seu auto exame hoje?" Chegando em casa, fiz. Não foi a primeira vez, sempre me examino, cuido bem de mim, mesmo que não pareça às vezes. E notei algo estranho. Passados alguns dias, examinei de novo e não havia sumido. Esperei um mês para passar por todos os ciclos hormonais, afinal poderia ser alarme falso. Não era. O que fazer? Chorar? Esconder? Não: procurar um médico.
Meu peito então virou uma laranja: tem um caroço nele. Meu marido foi a primeira pessoa que soube, ele brincou para desanuviar "Adoro laranja!". E me fortaleceu.
Certa vez uma amiga, que adora mudar o visual, me perguntou por que eu nunca mudo, estou sempre com cabelo comprido. Eu brinquei: aproveito enquanto eu posso.
Mas acho que não será dessa vez que ficarei careca. Minha médica e minha mãe (que também é ginecologista) me examinaram, e me acalmaram: é benigno. Mas só um exame tal pode confirmar isso.
Escrevo isso hoje para que você saiba que ela sempre chega, a doença. Ela não quer saber se você é noiva ou acabou de casar e tal. Apenas se cuide e se fortaleça, coma, descanse e ame.
(Imagem extraída de http://www.sosnexcare.com.br)
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