Dizem as regras de etiqueta e a tradição que a mãe da noiva tem prioridade, entre as convidadas de honra e participantes do cortejo, na escolha do modelo e cor de seu vestido.
Conjugando intensamente todos os verbos para formar uma família.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Vestindo a mãe da noiva
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Tirando o chapéu para a mãe da noiva!
Que mundo que é lá! Meu Deus! Fomos procurar chapéu para minha mãe e vimos tantos vestidos! Noivas, madrinhas, debutantes, daminhas... Todos disponíveis para aluguel. E ainda: sapatos. grinaldas, luvas, almofadas para alianças, chapéus!
Já falei pra vocês, minha mãe cismou que usaria chapéu no meu casamento. Acho que ficou associado na mente dela Petrópolis + casamento no campo.
Só que eu iria ter um casamento bem urbano, numa catedral, com festa a noite num salão fechado.
Dá para usar chapéu nesse caso?
Claro!
Descobri que mulher pode usar chapéu a hora que quiser, só precisa ajustar o modelo ao seu tipo físico, traje, ambiente e horário.
Só isso!
hahahah
E lá foram três horas de nossas vidas procurando um chapéu que combinasse com todos os quesitos acima.
E a sogrinha? Lá fui eu escolher chapéu pra sogra, sem consultá-la. Afinal, na minha cabeça, ela ia ficar chic de chapéu! As duas mães dos noivos de chapéu no altar! Que lindo! Mamy até pagou o valor total do aluguel do chapéu dela, porque, se a sogrinha topasse, pegaríamos 50% do valor pago no chapéu de mamy e usaríamos como reserva para o 2.º.
Mas nada feito, dias depois falei com ela. Nada de chapéu.
E ainda bem! O chapéu que escolhemos era um casquete vinho. Ficaria lindo com o vestido goiaba. Mas bem flamenguista com o vestido preto/dourado de lurex que ela usou no dia... (Antes que vocês se rebelem, sou flamenguista, ok?)
Olha o chapéu de mamy!
E pela primeira vez, uma foto do meu casamento com nossas famílias!
(Da esquerda para a direita: Vívian Lahr, minha cerimonialista linda e gravidíssima, mamy dando uma bicadinha no espumante antes do brinde com seu chapéu ocre, minha sogrinha que estava linda e gata, mesmo de preto/dourado, Dê, eu, meu sogro e meu pai, estrategicamente colocado no lado oposto da minha mãe)
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Calçando o sapatinho da noiva
No dia 27 de janeiro de 2012 me apaixonei.
Por um sapato.
Eu vira o filme "Amanhecer - Parte I" (sim, gente, sou dessas que gosta de Crespúsculo. É mais forte do eu, não consigo evitar) e logo no início eu vi isso aqui:
Por um sapato.
Eu vira o filme "Amanhecer - Parte I" (sim, gente, sou dessas que gosta de Crespúsculo. É mais forte do eu, não consigo evitar) e logo no início eu vi isso aqui:
E aí eu morri. Acabou a história.
Mentira.
Morri não.
Mas quase.
Não sou fashionista, não sou louca por sapatos (só Melissa vai...) e nem sabia que Manolo era o sonho de consumo da Carrie.
Mas gente... Fala pra mim se não é um tchutchuco lindo da mamãe! Que coisa linda!
E além de catar todas as "noividades" pela internet, comecei a procurar pro ELE!
Achei, claro, mas ele não me quis. Só se eu gastasse todo o dinheiro que eu iria pagar no meu vestido. Como eu não poderia entrar pelada na igreja, tive que encontrar um novo amor.
Até andei olhando por aí. Claro que procurei por Melissas. E encontrei essas duas lindesas:
Melissa Disco
Melissa Talking (Essa minha preferida) Imagens do blog da Melissa
Mas não tinha do meu número e nem da cor que eu queria. Elas nem eram brancas, eram meio rosinhas, nude...
Minha mãe faz uma cirurgia por ano. Sempre no início do ano (não que ela adore, mas sempre tem um probleminha de saúde...). E eu sempre a acompanho nos exames e tudo o mais. Naquele ano, seus exames eram na Tijuca. E eu que já tinha trocentas listas, saquei do bolso a lista sobre assessórios da noiva: fui na Tutti Sposa procurar minha grinalda. Achei! Foi amor a primeira vista! Exatamente do jeito que eu queria (mas depois falo dela).
Mamy resolveu ver chapéus para ela usar no casamento e eu fui olhar em volta pela loja. Quando entrei eu não havia reparado nos móveis lindos, que se parecem com uma cristaleira que ganhei da minha avó. E vi que eles eram vitrines, havia sapatos dentro deles.
E então eu o vi.
Em renda. Tinha que ser renda.
Andei pra lá e cá com ele na loja na salinha reservada para experimentar roupas. Toda feliz! Pulei, dancei e não caí! Mesmo ele sendo tão alto.
Ele é da Laura Porto. Confortável... Como meu casamento foi com missa (e com o Padre Marcos celebrando), o que deu mais de uma hora, eu tinha mesmo que calçar algo confortável. E ainda fiquei um tempão com ele na festa.
Andei uns dias com ele em casa antes do casamento (para dar aquela famosa amaciada) e nunca me machucou, nem no calcanhar.
Mamy também achou o dela, de bico e salto fino, mas baixo, para ser chic e confortável.
domingo, 13 de outubro de 2013
Vestindo a Sogra - Parte II
(A diva Helen Mirrem no Oscar 2011)
Eu sei que a gente quer que tudo saia per-fei-to no dia do nosso casamento. Mas tem muitas coisas que não estão sob nosso domínio. E não têm que estar mesmo, não são da nossa conta. Saber disso é até libertador para que a gente coloque energia naquilo que é da nossa responsabilidade, como nos preparar espiritual e emocionalmente para uma vida a dois. Com tantas coisas para dar conta, ainda ter que se preocupar com a roupa dos outros é o fim.
Sobre a roupa que nossa sogra irá usar no dia do nosso casamento, o que eu aprendi:
1. Se ela sabe qual tipo de traje deverá usar, não se meta. Só se ela pedir sua ajuda ou opinião. É duro, eu sei. Mas coloque-se no lugar dela, imagine se um dia alguém quiser determinar o que você deve ou não vestir, a cor, o modelo..., e ainda por cima levar seu filho embora de casa!
2. Se quiser e tiver como, ofereça-se para levá-la a escolher o vestido, mas de forma alguma a pressione.
3. Não escolha a cor da roupa dela, modelo, nada. Converse com ela e então, se você já tiver algumas ideias, sugira. SUGIRA.
4. Antes de ir a campo, vejam revistas, fotos... Ela precisa ter claro o que quer. Até se vai comprar, alugar, fazer sob medida... Sabendo disso você terá mais material para ajudá-la e ir nas opções certas.
5. Tem gente que não curte experimentar quilos de roupas e passar a tarde num shopping. Acredite.
6. Eu fui com muita gente: minha mãe, a tia do Dê, minha cunhada... Mas pense se é bom ir ou não com essa gente toda, afinal a escolha do vestido dela é um momento especial para ela. Afinal é o filho dela que está casando. Iremos passar por isso um dia (Amém!). E deve ser um momento especial para vocês duas também.
7. Não reduza as opções dela, como eu fiz, que antes dela ter poder de decisão, eu escolhi as cores das roupas das madrinhas e damas.
8. Acredite: a roupa dela é o que menos irá te afetar no dia do casamento. Se ela estiver feliz, o dia do seu casamento e os outros seguintes serão felizes para você também.
9. Respeite as decisões dela. Ela é a mãe do amor da sua vida, será sua mãe também.
Alguém tem alguma história para contar sobre o vestido da sogrinha? Não seja tímida! Conta pra gente!
E conta pra gente onde tem lojas legais de moda festa para nossas mães e sogras em Petrópolis!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Vestindo a sogra
Nos dias 24 e 25 de janeiro de 2012 aproveitei que minha sogra veio de Minas para passar uma semaninha no Rio e fui com ela, e mais minha cunhada e a tia do Dê, para ver seus vestidos.
Antes de qualquer coisa, quero que saiba que foi divertido, sério. Apesar do que possa parecer, como você verá a seguir... Ah, e continuo amando minha sogra, a quem chamo de "mãe" também.
No dia 24 andamos por Caxias. E descobri que poucas lojas - poucas mesmo - têm uma costura bacana e usam tecidos bons. Desavisados acabam comprando ou alugando, mas nem sempre fazem um bom negócio... Elas estavam muito sem informação e sem direção, não sabiam o que queriam e nem se iam alugar ou comprar, não sabiam o que ficava bem... Com excessão da minha cunhada.
Na 1.ª loja minha sogra gostou de um e eu disse "Vamos andar mais...", mas a cada loja que íamos eu percebia que ela ia gostando menos dos vestidos. Não que ela tivesse ficado mega apaixonada pelo 1.º, mas acho que foi cansando. Observação, ela é bem jovem e cheia de saúde, não fiz maldade em forçar uma sogra velhinha a andar, por favor.
Na última loja, minha cunhada achou o vestido dela. Lindo mesmo. Em verde escuro, seguindo uma das cores que indiquei para as madrinhas. Ela procurava algo escuro porque pensa que não fica bem cores claras com seu tom de pele, que é bem clarinho. O que acho um pensamento equivocado, gente branquinha fica linda com tecidos claros, senão não casavam de branco, ué!
Bom, o vestido ficou na loja para ser ajustado e depois o buscaríamos.
Desde o início sugeri que elas comprassem o vestido, porque não precisam se preocupar em estragar e já ficam com roupa para outras festas (não curto meeeesmo aluguel! Se alguém quiser, pode tentar me convencer do contrário), afinal toda mulher precisa ter pelo menos um vestido longo para festas. Se enjoar, não quiser usar mais, manda tingir ou vende e recupera parte do dinheiro.
Achei que seria melhor verem mais vestidos, para formar conceito e descobrirem o que queriam sobre cortes, modelos, tecidos...
E fiz uma coisa que, talvez, foi ruim... Eu escolhi a palheta de cores da minha sogra.
É, gente, mãe da noiva tem prioridade, vocês sabem. Minha mãe escolheu logo o vermelho como sua cor. Logo depois eu escolhi as cores das madrinhas e depois as das damas. E não sobrou muitas opções para minha sogrinha. Quando entrávamos nas lojas eu já ia respondendo à vendedora quando perguntava sobre cor: "Ah, laranja, ocre, amarelo, uva..." E descobri que minha sogra tem a mesma neura da cunhada, acha que não fica bem com essas cores. Na minha cabeça achei que ia ficar muito legal minha mãe de vermelho e minha sogra de laranja... Bem diferentes das outras mulheres do cortejo.
No dia 25 fomos no Norte Shopping, que tem muita loja de vestidos, para todos os orçamentos.
E foi a mesma novela: na 1.ª loja amou o 1.º vestido que pôs. Só que eu quase tive um troço porque ele era exatamente da cor do vestido das damas. Cochichei, quase chorando, pra minha mãe "Ela vai ser a mamãe das damas de honra!" Sorri quando a vendedora disse que não trabalhavam com venda. E o aluguel era o valor de um novo. Ufa!
Fomos noutra loja e a tia encontrou seu vestido. Bonito e com preço legal, na cor prata/chumbo. Minha sogra, eu percebi, estava começando a ficar nervosa, acho que bateu a frustração do 1.º vestido, estava com muita informação na cabeça e não tava curtindo muito a ideia das cores. Mas isso ela não dizia, eu que fui percebendo... Eu estava tentando ajudar, mostrando opções e cada vez mais ela não ia gostando dos vestidos. Ela não me dizia o que gostava, o que não gostava, apenas vestia ou olhava para um vestido e não o queria. Talvez por não conseguir apreciar as diferenças entre eles, talvez por não se sentir modelo quando os vestia, talvez por causa da pressão que minha mãe estava fazendo para ela escolher logo (porque minha mãe não tem paciência de andar muito, de escolher muito e se diz muito decidida). Sei que, depois de muito estresse, acabou comprando um tomara que caia com bolerinho e quase sereia (porque não era justo), de organza goiaba, cheio de aplicações de flores do mesmo tecido. Lindo de morrer. E ficou lindo nela, minha sogra tem o maior corpão.


Mas deixa eu adiantar uma coisa pra vocês: ela não usou esse vestido perfeito no meu casamento. Comprou depois, escondido, um de lurex (isso, de malha mesmo, justo!) preto com brilho dourado, de um ombro só, com direito a ponta "esvoaçante" que descia do ombro, e deu o vestido lindo para a tia do Dê vender, doar, fazer o que quisesse. Entrou no meu casamento com o braço dado ao Dê achando que estava abafando. Bom, mas não é isso que importa, a gente se sentir feliz?...
Só fiquei com dó do vestido... Podia ter dado pra mim.
(As referências das imagens estão em marca d'água nelas mesmas)
Antes de qualquer coisa, quero que saiba que foi divertido, sério. Apesar do que possa parecer, como você verá a seguir... Ah, e continuo amando minha sogra, a quem chamo de "mãe" também.
No dia 24 andamos por Caxias. E descobri que poucas lojas - poucas mesmo - têm uma costura bacana e usam tecidos bons. Desavisados acabam comprando ou alugando, mas nem sempre fazem um bom negócio... Elas estavam muito sem informação e sem direção, não sabiam o que queriam e nem se iam alugar ou comprar, não sabiam o que ficava bem... Com excessão da minha cunhada.
Na 1.ª loja minha sogra gostou de um e eu disse "Vamos andar mais...", mas a cada loja que íamos eu percebia que ela ia gostando menos dos vestidos. Não que ela tivesse ficado mega apaixonada pelo 1.º, mas acho que foi cansando. Observação, ela é bem jovem e cheia de saúde, não fiz maldade em forçar uma sogra velhinha a andar, por favor.
Na última loja, minha cunhada achou o vestido dela. Lindo mesmo. Em verde escuro, seguindo uma das cores que indiquei para as madrinhas. Ela procurava algo escuro porque pensa que não fica bem cores claras com seu tom de pele, que é bem clarinho. O que acho um pensamento equivocado, gente branquinha fica linda com tecidos claros, senão não casavam de branco, ué!
Bom, o vestido ficou na loja para ser ajustado e depois o buscaríamos.
Desde o início sugeri que elas comprassem o vestido, porque não precisam se preocupar em estragar e já ficam com roupa para outras festas (não curto meeeesmo aluguel! Se alguém quiser, pode tentar me convencer do contrário), afinal toda mulher precisa ter pelo menos um vestido longo para festas. Se enjoar, não quiser usar mais, manda tingir ou vende e recupera parte do dinheiro.
Achei que seria melhor verem mais vestidos, para formar conceito e descobrirem o que queriam sobre cortes, modelos, tecidos...
E fiz uma coisa que, talvez, foi ruim... Eu escolhi a palheta de cores da minha sogra.
É, gente, mãe da noiva tem prioridade, vocês sabem. Minha mãe escolheu logo o vermelho como sua cor. Logo depois eu escolhi as cores das madrinhas e depois as das damas. E não sobrou muitas opções para minha sogrinha. Quando entrávamos nas lojas eu já ia respondendo à vendedora quando perguntava sobre cor: "Ah, laranja, ocre, amarelo, uva..." E descobri que minha sogra tem a mesma neura da cunhada, acha que não fica bem com essas cores. Na minha cabeça achei que ia ficar muito legal minha mãe de vermelho e minha sogra de laranja... Bem diferentes das outras mulheres do cortejo.
No dia 25 fomos no Norte Shopping, que tem muita loja de vestidos, para todos os orçamentos.
E foi a mesma novela: na 1.ª loja amou o 1.º vestido que pôs. Só que eu quase tive um troço porque ele era exatamente da cor do vestido das damas. Cochichei, quase chorando, pra minha mãe "Ela vai ser a mamãe das damas de honra!" Sorri quando a vendedora disse que não trabalhavam com venda. E o aluguel era o valor de um novo. Ufa!
Fomos noutra loja e a tia encontrou seu vestido. Bonito e com preço legal, na cor prata/chumbo. Minha sogra, eu percebi, estava começando a ficar nervosa, acho que bateu a frustração do 1.º vestido, estava com muita informação na cabeça e não tava curtindo muito a ideia das cores. Mas isso ela não dizia, eu que fui percebendo... Eu estava tentando ajudar, mostrando opções e cada vez mais ela não ia gostando dos vestidos. Ela não me dizia o que gostava, o que não gostava, apenas vestia ou olhava para um vestido e não o queria. Talvez por não conseguir apreciar as diferenças entre eles, talvez por não se sentir modelo quando os vestia, talvez por causa da pressão que minha mãe estava fazendo para ela escolher logo (porque minha mãe não tem paciência de andar muito, de escolher muito e se diz muito decidida). Sei que, depois de muito estresse, acabou comprando um tomara que caia com bolerinho e quase sereia (porque não era justo), de organza goiaba, cheio de aplicações de flores do mesmo tecido. Lindo de morrer. E ficou lindo nela, minha sogra tem o maior corpão.
Tipo esses, mas na cor goiaba e sem brilhos. A saia tinha a mobilidade do 3.º e o corpo do vestido era tipo o do 1.º, não ficava tão marcado
Só fiquei com dó do vestido... Podia ter dado pra mim.
(As referências das imagens estão em marca d'água nelas mesmas)
domingo, 27 de novembro de 2011
Reunindo Damas de Honra e Madrinhas - 1.ª reunião
Ontem, 26 de novembro, foi a 1.ª reunião com as madrinhas e as damas de honra.
E adivinha onde eu estava?
Trabalhando.
É, saí depois das sete da noite do ensaio, com direito a aluna torcendo o pé e engarrafamento por conta da inauguração da árvore da Lagoa. Enquanto isso minha mãe comandava a reunião que teve como tema principal vestidos e beleza. Segue a ata:
Passar uma lista para escreverem: nome completo, telefones, endereços e e-mails.
Cores dos vestidos das madrinhas: verde e/ou azul (qualquer tom, pode usar as duas cores juntas também)
Perguntar se já escolheram suas cores e modelos.
Orientar quanto a decotes, transparências e pedrarias.
O vestido deve ser longo, tecido nobre. Estará frio, usar estola ou afins.
Querem definir quem irá com qual cor e tonalidade? (A noiva acha que não precisa...)
Sapatos finos (melhor do que sandálias, para poder usar meia calça). Não usar Anabela. Dar preferência a saltos finos na mesma cor do sapato.
Bolsa pequena, não precisa combinar exatamente com a cor do sapato.
Joias: como a cerimônia é a tarde e a recepção de noite, escolher um item para chamar atenção. Ex: brinco grande (aí não se deve usar colar).
Cabelo: cabelo preso, semi preso, solto com penteado ou com adorno. Não usar chapéu
Maquiagem: Marcante, sem brilho ou olhos muito escuros
Unhas: Feitas no dia anterior (para ganhar tempo)
Perguntar e anotar quem precisará dos seguintes serviços (por conta das madrinhas e damas):
E adivinha onde eu estava?
Trabalhando.
É, saí depois das sete da noite do ensaio, com direito a aluna torcendo o pé e engarrafamento por conta da inauguração da árvore da Lagoa. Enquanto isso minha mãe comandava a reunião que teve como tema principal vestidos e beleza. Segue a ata:
1.ª Reunião com Damas e Madrinhas
Tema principal: Roupas e cuidados de beleza
Passar uma lista para escreverem: nome completo, telefones, endereços e e-mails.
Cores dos vestidos das madrinhas: verde e/ou azul (qualquer tom, pode usar as duas cores juntas também)
Perguntar se já escolheram suas cores e modelos.
Orientar quanto a decotes, transparências e pedrarias.
O vestido deve ser longo, tecido nobre. Estará frio, usar estola ou afins.
Querem definir quem irá com qual cor e tonalidade? (A noiva acha que não precisa...)
Sapatos finos (melhor do que sandálias, para poder usar meia calça). Não usar Anabela. Dar preferência a saltos finos na mesma cor do sapato.
Bolsa pequena, não precisa combinar exatamente com a cor do sapato.
Joias: como a cerimônia é a tarde e a recepção de noite, escolher um item para chamar atenção. Ex: brinco grande (aí não se deve usar colar).
Cabelo: cabelo preso, semi preso, solto com penteado ou com adorno. Não usar chapéu
Maquiagem: Marcante, sem brilho ou olhos muito escuros
Unhas: Feitas no dia anterior (para ganhar tempo)
Perguntar e anotar quem precisará dos seguintes serviços (por conta das madrinhas e damas):
Maquiador
Cabeleireiro
Quarto de hotel (para se arrumar e/ou pernoitar)
Tratamentos de beleza (Espaço Eva)
<! Chegar a Petrópolis no dia anterior ou até 10h da manhã do sábado
< Próxima reunião (sugestão): 11 de Fevereiro. Tema será: Chá de panela
< Dever de casa: fazer uma lista com músicas para a festa (playlist)
De manhã busquei as damas, fomos para a costureira, almoçamos lasanha que fiz no dia anterior, deixei-as lendo minhas revistas de noiva e corri pro ensaio. Quando voltei pra casa, fui correndo conversar com mamy sobre a reunião que, mesmo algumas não vindo, foi bem produtiva, puderam tirar dúvidas e começar a sonhar com suas roupas e acessórios, trocaram telefones e e-mails e uma das minhas damas se ofereceu para secretaria as reuniões, passando e-mail para as faltosas e tal. Adoraram a ideia de fazermos reuniões periódicas, assim todas se conhecem antes do casamento e poderão curtir mais comigo todo esse período dos preparativos. E também adoraram o dever de casa e todas já começaram a opinar sobre as músicas que não podem faltar na festa, afinal, madrinha que é madrinha se acaba na pista de dança da festa de casamento.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Colorindo as madrinhas
Antes mesmo de definir todas as madrinhas, decidi a cor que elas usariam. Bem, as cores, azul e verde. Ou azul ou verde, o que elas preferirem. Foi no final de semana do aniversário do meu irmão do ano passado que decidi.
Sempre achei esse assunto da noiva escolher cor da roupa de madrinha meio espinhoso. Mas depois que vi uma foto onde umas 20 madrinhas estavam todas com essas cores, mudei de idéia e devo concordar com as noivas que determinam as cores: fica bonito. E ficar tudo bonito é o que a noiva mais quer. A florzinha do docinho tem que ser bonita e a cor combinar com a da forminha, que tem que combinar com a decoração. Umas frescurinhas de noiva que só quem é noiva fresca como eu sabe do que estou falando.
Quando pequena e mamãe era escolhida pra ser madrinha, sempre a vira escolhendo o verde. Não sei se é regra, mas madrinha, na minha cabeça, fica bem de verde. Amo essa cor e acho que fica bem em qualquer uma (lóóóógico, dependendo da tonalidade. Eu por exemplo, se uso um verde mais puxado pro amarelo fico pálida, com cara de doente). O azul é uma das cores que não tem erro em casamento (ah tá, azul marinho muito escuro parece preto, então pra madrinha está fora) e fica bem em todo mundo também. A 1.ª vez que fui madrinha usei azul. Amo azul também.
As duas cores junto fica tudo de bom! Então porque ter medo de sugerir para as madrinhas? Conforme fui convidando-as (que depois eu conto) falei da proposta e todas amaram. Acho também que já esperavam que eu dissesse algo para direcionar a escolha de suas roupas. Vejo que ficar livre demais deixa o pessoal inseguro.
Então uma palheta das cores nos vestidos para inspiração.
(Não consegui encontrar as referências/autores/direitos das fotos.)
Então uma palheta das cores nos vestidos para inspiração.
(Não consegui encontrar as referências/autores/direitos das fotos.)
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