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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Prometendo amar para sempre

Casei - Parte III

A comentarista anunciou e todos se levantaram para receber, ao som de Doce é Sentir, as alianças, que meu irmão levava numa concha de prata que foi presente da minha avó Maria, que já está no céu.
Meu priminho, que mal conseguia acompanhar os passos com suas perninhas curtas de dois anos, levava um cartaz, "Até que enfim", uma brincadeira pela demora em começar o casamento, pela cerimônia longa e, principalmente, pelos nossos doze anos de namoro.
Mas como quase ninguém leu quando ele entrou (por que embolou o cartaz todo), peguei o cartaz e, enquanto o Dê recebia as alianças, mostrei o cartaz pra todo mundo rir um pouco.
E o que se seguiu foram as três promessas que fizemos um ao outro e a Deus, nossos três "sims":

  • À família que estamos formado, que estará completa com os filhos que prometemos acolher
  • À liberdade em nos casarmos
  • Ao amor por toda a vida
E depois fizemos nossos votos. Escolhemos os votos tradicionais, que são tão lindos.
Não consegui segurar a emoção e chorei.

 Trocamos as alianças, também usando o texto tradicional e, mesmo sem ensaiar, lembrei de não pôr a mão na frente para não atrapalhar as fotos quando eu pus a aliança no dedo do Dê. Sei que é comum e até ensaiado o beijo na aliança quando terminamos de pôr no dedo do marido, mas no nosso caso a gente fez isso sem pensar, já que a gente vive beijando a mão um do outro.  
Nos abraçamos quando o padre nos anunciou "Casados".
Casados! 
Nos ajoelhamos para receber a Bênção Nupcial apenas no final da celebração, assim como a assinatura do livro.
O beijo? Só no final da missa
















(Fotos: Neumanns)





domingo, 18 de março de 2012

Convocando os padrinhos - Parte III

Quando convidamos padrinhos casados, devemos chamar o casal ou podemos chamar só aquele que é mais chegado a gente?

Meus primos postiços, irmãos, são casados com outras pessoas, mas só os chamei para padrinhos e eles, então, formarão um dos casais. Será que fiz certo?

No dia seguinte ao nosso aniversário de namoro de 11 anos, fui à casa de uma tia postiça para uma festa junina. Dê não pode ir por conta da faculdade.
Como sabia que meus primos postiços iriam estar lá, tratei de disfarçar os convites na bolsa.
O 1.º que entreguei foi do Pedro, filho do meu primo, convidando para ser nosso pajem. Como ele na época só tinha 1 ano e pouquinho, entreguei para a mãe, que ficou tão feliz... Ela já pensava em comprar um terninho pra ele e agora ele seria pajem pela primeira vez. Lógico que o Pedro não entendeu nada, nem porque eu e a mãe estávamos falando fofinho e apertando ele.
Deixei passar um tempinho até que minha prima chegasse, aí chamei-a no quarto de sua mãe, junto com o primo, sua esposa (que não foi de imediato), minha mãe e a tia. Pedi para que meus primos fechassem os olhos. Minha prima já sabia, não foi surpresa, até já foi estendendo a mão.
Meu primo ficou muito feliz e um pouco sem jeito, acho que ele não esperava.
 Quando a esposa de meu primo entrou no quarto, e ele mostrou-lhe o convite, eu senti que ela ficou feliz, mas... Não sei se foi coisa da minha cabeça, mas achei que ela ficou um pouco decepcionada, por eu ter chamado só ele.
Fiquei a semana seguinte sofrendo, pensando em chamá-la também, mesmo que ela já tivesse me dito que não tinha problemas, até mesmo porque seria a irmã dele a fazer par com ele. Mas mesmo assim... Gosto dela, não quero que ela se sinta menos querida. E também, se eu fosse chamar todos que eu gosto para padrinho e que tenho medo de magoar se eu não chamar, como não ficaria o altar??? Teria uns trinta casais!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Convocando os padrinhos - Parte I


Inauguro hoje mais uma série, sobre como convidei os padrinhos e toda a comitiva.

Tudo começou quando vi no Blog Casadinhos o convite que a Ana Carolina fez para seus padrinhos e madrinhas. Aquilo me despertou para fazer algo do tipo. Só que eu não conseguia pensar em algo mais legal do que entregar um convite escrito "Bença, padrinho!" para alguém e vê-lo cair pra trás. Queria algo que tivesse esse tom de surpresa...
Como essa ideia já me possuíra, peguei os modelos dos convites da Ana Carolina, adaptei e fiz os meus. Imprimi em papel Vergé (em tinta verde para as meninas e azul para os meninos), seguindo as cores dos vestidos das madrinhas. Colei um pedaço de papel de decoupage em patchwork na contracapa, simbolizando uma colcha de retalhos, pus num envelope branco, fechado com uma cinta de renta branca e escrevi os nomes com caneta prata.
Para as meninas comprei ainda caderninhos e os encapei com o mesmo papel para decoupage verde do convite. Quero que elas anotem coisas como ideias para seus vestidos, telefones umas das outras e todas as outras coisas de responsabilidade das madrinhas e damas. Ou você acha que eu ia deixá-las sem nada pra fazer e aparecerem no dia só pra dar pinta? Hehehe

Por que colcha de retalhos? Porque cada retalho dela representa um dos nossos queridos padrinhos, cada um é um pedacinho de um todo que nos envolve, protege e aquece.

Por que renda? Ela é o tema do nosso casamento (depois explico).

Ixi, as fotos vou ficar devendo porque o cabo da máquina se escafedeu!
Mas quem quiser, me manda um e-mail que eu envio o arquivo. Fiz no CorelDRAW X4.

Fiz também para as Damas de Honra (que são adultas, minhas amigas e primas. Depois escrevo porque quero damas de honra adultas), para as Floristas e meus Pajens, alterando o texto.