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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Bebendo cachaça, tomando cerveja!

Não somos muito de drinks. Nem queria no meu casamento um bar servindo coquetéis, já achava a ideia uma pouco antiga... Teve na minha formatura e saciou a vontade.
Mas não ia ter barzinho na festa?
Por mim não, mas Dê bateu o pé. Então pensamos em uma coisa que tivesse mais a ver com ele e decidimos por:

  • Bar de caipirinhas e cachacinhas
  • Bar de cervejas gourmets
Quanto às caipirinhas e às cachacinhas, pedimos para meu tio, dono do alambique Alcantilado, providenciar pra gente e vejam só, deu um presentão! Forneceu 3 tipos diferentes: a Machadinha, a Mirantão Prata e a Meladinho, que são cachaças especiais!

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Para fazer as caipirinhas e cuidar do bar, a Vívian conseguiu um contrato de última hora com uns baristas que são da confiança da Maria Luiza (porque ela tem o maior cuidado com profissionais que atuem junto ao seu buffet)

E quanto às cervejas, compramos com o pessoal do Sítio Solidão, da D&G (na segunda-feira antes do casamento passei lá e fechamos tudo). Dê escolheu as cervejas da Bohemia, porque têm ótimos custo benefício e qualidade. Como já estava incluído no buffet a cerveja pilsen, Dê escolheu as outras três da imagem abaixo: a Confraria (que foi a primeira a acabar), a Weiss e a Pisen.
 
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O cálculo de quantidades, para 250 convidados, ficou assim:
  • Cachaças: 24 garrafas (4 Machadinha, 6 Meladinho e 14 Mirantão)
  • Cervejas: 750 garrafas (3 garrafas por pessoa), sendo 250 de cada tipo
As cachacinhas também foram servidas puras. Achamos que, por estar frio, o povo não foi muito na caipirinha, então sobrou umas seis garrafas da Mirantão e uma da Meladinho. De cerveja sobraram umas 3 da escura e umas seis da Weiss.

A decoração do bar foi bem rústica, semelhante aos botecos da Lapa, com direito a copo como vasinho de flor. E foi o maior sucesso, porque muita gente não via em festas um bar com esses tipos de bebida. Os amigos da Confraria de cerveja do Dê ficaram doidos!

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Conversando com fornecedores - Parte XXXVIII


No dia 31 de março de 2012 fui com Dê e mamy para Copacabana, uma degustação com Jorge, sócio da Jathay.
Estacionamos ao lado do Copacabana Palace (e como amo esse hotel!) e fomos a um prédio na rua mesmo, daqueles cinquentinhas lindos. E fomos agradavelmente recebidos pelo Jorge em seu apartamento. Uma simpatia de pessoa. Conversamos muito mesmo enquanto degustávamos seus espumantes. Ele teve a delicadeza de nos servir biscoitinhos para limpar o paladar e também para que o álcool não fizesse um efeito tão rápido. Ele nos serviu vários Panizzons e eu caí de amores... Bem, não tanto porque eu não podia beber, só estava no cheiro.
Nos deu muitas dicas, algumas delas você pode ver no site dele, e fiquei muito segura.
Conversamos tanto que aquela degustação parecia uma visita a um amigo. Ele até nos contou que um de seus cachorros tinha acabado de falecer... Fofo...
A Jathay não fornece apenas espumantes, mas até alfajores! E mais um que me disse o quão complicado é ter vinho no casamento, mas não impossível.
E ficamos quase acertados, ele entregaria as bebidas (Chardonnay Brut e Rose Brut) na minha casa e saímos de lá felizes da vida. Mas uma dúvida estava pulando em nossos ombros em relação a D&G... Estávamos divididos...
Visita o site e marca uma degustação, você vai amar!
                          www.jathay.com.br

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Conversando com fornecedores - Parte XXXV


No dia 16 de março, exatamente 3 meses antes do casamento, subi a serra com mamy para conversar com o pessoal da DeG para as bebidas do casamento.
Antes de irmos conversar com o Nilo, passamos na Márcia Fontaine para deixar as fitas e as rendas para as embalagens dos bem casados.
Antes um pouco do almoço, fomos para a loja da DeG, que fica na Roberto Silveira e nos perdemos. A pé. Estacionei na rua e ficamos andando para cima e para baixo procurando o endereço, quando eu resolvi perguntar numa loja que parecia uma mercearia lindinha onde era. Era ali, na loja Sítio Solidão.
Fomos para uma parte do fundo, um restaurante com algumas mesas e não esperamos muito.
Nilo veio conversar com a gente e apresentou seus espumantes. Fiquei perdidamente apaixonada pelo rosé da Salton, o Poética. E comecei a querer espumante rosé no casamento. Ele disse que é uma bebida que as mulheres vão mais, por causa da cor e que também por causa disso causa um certo preconceito nos homens. Nos sugeriu a pegar menos garrafas. E ele me apresentou também suas cervejas gourmets e anotei algumas para conversar com Dê, que entende mais de cerveja que eu. Como não bebo, ainda mais porque eu estava dirigindo, acreditei totalmente na opinião de mamy. Depois ele no apresentou seus vinhos, mas disse que vinho não era muito lá boa ideia, seria difícil harmonizar com as comidas e com o clima da festa, que espumante seria um vinho mais adequado. Então desisti de vez da ideia do vinho. Gostei bastante da forma de pagamento, através de cheque caução e consignação e que entregariam no Solar, sem problemas.
O restaurante começou a encher e aproveitamos para almoçar também.

(Imagem www.sitiosolidao.com.br)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Conversando com fornecedores - Parte XXXII


Há um tempo não faço meus flash backs, então vambora que recordar é viver!
A propósito, não sei se já contei pra vocês. Entrei o ano do meu casamento, 2012, lavando louça.
Juro.
Estava na casa da minha avó paterna e fui lavar as taças para o brinde (não fico sem me respingar de espumante! Dá muita sorte!) e ouvi todos gritando 10, 9, 8...
Mais absurdo do que isso, foi eu ter gritado da cozinha "Gente, esperaaaaa!!"
Dizem que a gente fará no ano que se inicia o que estávamos fazendo na hora da virada. Ai Deus... Mas não passei o ano de 2012 lavando louça, muito menos taças de champanhe.

Este é o 1.º post sobre o flash back do ano do meu casamento. E já estamos na parte 32 das conversas com os fornecedores! Vocês devem estar se perguntando "Pra que tudo isso?" Estou me perguntando agora a mesma coisa...

No dia 28 de janeiro de 2012, fui com minha mãe, Dê e sua irmã para a Barra, fazer a degustação com a Liv Import.
Conheci no 1.º workshop da Inesquecível que fui. Pegaram meus contatos e me ligaram marcando a degustação.
Muito bons! Como não bebo (e ainda estava dirigindo), só cheirei e dei umas bicadinhas. Gostei da cor, da perlage de seus produtos... Frescos e leves, perfeitos para festa. Eles abriam as garrafas que iríamos degustar e colocavam em taças geladinhas (minha mãe bebeu todas as taças, não deixou restinho nenhum!). Até minha cunhada, que não é mega entendedora de espumante (curte mesmo é cerveja), adorou. Lembro que eu mais gostei foi do Nero. Gostei do preço também e de suas condições de pagamento. Só tinha um problema: eles não entregavam em Petrópolis naquela época. Pensei em um dos padrinhos (que mora na Barra) para buscar as caixas, mas acabou que desisti da ideia e também de fazer negócio com eles por causa disso. Achei que poderia dar problema, surgir a equação padrinho + bebida = 0 (zero).
Mas a conversa serviu para eu definir as bebidas do meu casamento. Desisti da ideia do vinho, eu pensava que ia ser uma boa por Petrópolis ser lugar frio, mas ia dar um trabalhão harmonizar com a comida e ainda fazer bonito. Tem gente que entende de bebida, nem todos os nossos convidados só querem saber se há porcentagem de álcool no líquido que o garçom serve. Eu mesma fui a um casamento que o espumante era um horror, uma cidra muito doce e esquisita (com cheiro de chulé), e olha que eu nem bebo...

Infelizmente não fechei com a Liv, mas fica a dica pra vocês. De repente eles já fazem o serviço de entrega. Agendem uma degustação, mesmo que só para conhecer o que é um bom espumante para festa e outras bebidas que eles oferecem.