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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Lembrando dos padrinhos

Para nossos padrinhos achamos que a boutounniere (que é o equivalente masculino da corsage) não era lembrança. A tal flor na lapela era parte do figurino, então pensamos em alguma coisa que os padrinhos fossem gostar de verdade.
Nos 45 do segundo tempo, pra lá de onze da noite do domingo anterior ao casamento e já com muita tremedeira de estresse, já não estava mais em muita condição de criar nada. Então pedi ajuda.
Meu tio é dono do alambique que forneceria as bebidas do bar. Então pedi para ele mini cachacinhas para meus padrinhos. Ele prontamente atendeu e ainda deu uma caprichada: cedeu carrinhos de madeira para por as cachacinhas, saquinhos personalizados e folders com os tipos de cachaças do alambique, com suas respectivas composições e envelhecimentos.
E ele acabou cedendo cachacinhas até para as madrinhas!





quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Convocando os padrinhos - Parte VIII

Convidado padrinho no Rock in Rio.

Gente, consegui!
Meio atrasado, quer dizer, muito atrasado, mas consegui: as fotos do convite dos padrinhos! \o/\o/\o/

Achei esse convite perdido na casa da minha mãe e lembrei que não o entreguei ao padrinho correspondente. Então tirei fotos, já que eu estava em falta com algumas de vocês.
Aproveito e falo como a gente convidou esse padrinho.
Ele é o Frango. Seu nome de batismo é Cláudio Felipe. Ninguém sabe como surgiu esse apelido, já que o cara que viu que ele poderia ser chamado de Frango morreu e com ele foi a explicação para o túmulo. Credo, hehhehe.
Conhecemos ele no grupo jovem, num dia em que tínhamos que apresentar a conclusão da discussão do grupo sobre sei lá o que e resolvemos encenar um trechinho de "O Pequeno Príncipe". O Frango foi o Pequeno Príncipe e ele tinha uns 11 anos eu acho. Dê estava no meu grupo e a gente estava no início do namoro, acho que foi ele que teve a ideia.
Aí o "Pequeno Príncipe" sumiu do grupo e achamos que ele tinha voltado pro planeta dele. Quando o Erick, um dos nossos padrinhos, começou a namorar a Bia, hoje sua esposa e outra madrinha, uns seis anos depois. E ela era amiga de quem? Do Frango! Quando o reencontrei gritei "Pequeno Príncipe!", ele achou graça e ficamos todos amigos.
O tempo passou e fui para o Rock in Rio, finalmente. Em setembro de 2011.
E quem encontramos lá? O Frango! hahahah
Ficamos conversando um pouquinho e nos despedimos, Dê e eu íamos procurar seu irmão, até que ele virou pra mim e falou:
_Nat, tava tão difícil encontrar o Frango pra entregar o convite dele, vamos convidar logo? Senão chega o casamento e ele nem sabe que é padrinho...
_Mas a gente nem trouxe o convite dele!
_Vai sem convite mesmo!
Aí a gente deu meia volta e convidamos ele assim:
_Benção, padrinho! _gritamos

E agora o que todas estavam esperando, o convite. Não repara, não. Fui eu que fiz...



sexta-feira, 30 de março de 2012

Convocando os padrinhos - Parte V


Convidando nossos irmãos

No dia 3 de julho fui pra Juiz de Fora com Dê e aproveitamos para entregar o convite da Suellen, minha cunhada e irmã dele, para ser madrinha. Ela disse, depois que abriu os olhos "Já?", porque ele ficou tão bonito que, assim como outras pessoas, achou que já fosse o convite de casamento.

Não me lembro quando foi, acho que num domingo quando entreguei o convite do meu irmão Daniel. Falar do meu irmão merece um post a parte. Lógico que ele já sabia que seria meu padrinho e sorriu quando recebeu o convite. Ele, aliás, já sabia que me levaria pra igreja em seu carro, porque ele sempre me carregou pra cima e pra baixo. Então nada mais óbvio que ele me carregasse para a Igreja no dia do meu casamento, e é uma forma de eu tê-lo, de certa forma, me "levando pro altar" já que ele sempre se comportou (à minha revelia) como meu pai desde que nossos pais se separaram. E ele também já sabia que cantaria na minha entrada a Ave Maria, de Gonoud
_Ô Natalia, você não tá querendo mais nada não? Quer que eu te leve, saia correndo pra entrar com os outros padrinhos, e cante pra você entrar? Não quer que eu abra a prta do salão e manobre os carros também não?
Foi dessa forma que meu adorado irmão rabugento disse "sim" ao convite pra ser meu padrinho.

No final do ano passado, fui pra casa do Dê para acordarmos o Ronan, seu irmão, e lhe entregarmos o convite. Ele trabalha a noite como chef num restaurante, o Santa Teresa, então chega de manhã e dorme até o meio da tarde, pra poder cuidar da vida e sair de novo. É bem difícil encontrá-lo, até porque ele, quando muito cansado, fica na casa da namorada, que é mais perto do restaurante. Nesse sábado, finalmente, ele estava em casa. Quando entregamos o convite, ele não sabia se ria ou se chorava. Na dúvida, abraçou a gente diversas vezes. Não sei dizer se ele estava surpreso em ser convidado pra ser nosso padrinho ou por estarmos casando (acho que pra ele era novidade).

No ano passado também, não me lembro quando, minha irmã postiça (uma das filhas da minha madrasta, mas nos conhecemos desde sempre e fomos criadas juntas) Mariane veio aqui em casa, pra pegar um atestado com minha mãe. Aproveitei pra entregar o convite a ele, mesmo sem Dê do meu lado, porque é muito difícil encontrá-la. E fui logo falando pro namorido dela:
_Você não se importa de eu não convidar você, né?
Mari é minha irmã caçula. A minha escolha seria a Ju, a mais velha, mais colada a mim. Mas a Mari, também minha confidente, se ofereceu, aí pronto: virou madrinha. E disse bem claro: "Quero entrar com o Daniel!" Só que meu irmão quer entrar com uma amiga minha de faculdade. Xi...

Na foto, meu pai e minha tia Ivonete.

domingo, 18 de março de 2012

Convocando os padrinhos - Parte III

Quando convidamos padrinhos casados, devemos chamar o casal ou podemos chamar só aquele que é mais chegado a gente?

Meus primos postiços, irmãos, são casados com outras pessoas, mas só os chamei para padrinhos e eles, então, formarão um dos casais. Será que fiz certo?

No dia seguinte ao nosso aniversário de namoro de 11 anos, fui à casa de uma tia postiça para uma festa junina. Dê não pode ir por conta da faculdade.
Como sabia que meus primos postiços iriam estar lá, tratei de disfarçar os convites na bolsa.
O 1.º que entreguei foi do Pedro, filho do meu primo, convidando para ser nosso pajem. Como ele na época só tinha 1 ano e pouquinho, entreguei para a mãe, que ficou tão feliz... Ela já pensava em comprar um terninho pra ele e agora ele seria pajem pela primeira vez. Lógico que o Pedro não entendeu nada, nem porque eu e a mãe estávamos falando fofinho e apertando ele.
Deixei passar um tempinho até que minha prima chegasse, aí chamei-a no quarto de sua mãe, junto com o primo, sua esposa (que não foi de imediato), minha mãe e a tia. Pedi para que meus primos fechassem os olhos. Minha prima já sabia, não foi surpresa, até já foi estendendo a mão.
Meu primo ficou muito feliz e um pouco sem jeito, acho que ele não esperava.
 Quando a esposa de meu primo entrou no quarto, e ele mostrou-lhe o convite, eu senti que ela ficou feliz, mas... Não sei se foi coisa da minha cabeça, mas achei que ela ficou um pouco decepcionada, por eu ter chamado só ele.
Fiquei a semana seguinte sofrendo, pensando em chamá-la também, mesmo que ela já tivesse me dito que não tinha problemas, até mesmo porque seria a irmã dele a fazer par com ele. Mas mesmo assim... Gosto dela, não quero que ela se sinta menos querida. E também, se eu fosse chamar todos que eu gosto para padrinho e que tenho medo de magoar se eu não chamar, como não ficaria o altar??? Teria uns trinta casais!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Convocando os Padrinhos - Parte II

Meu Deus, como estou atrasada com os posts...

No sábado 28 de maio de 2011, Dê e eu embarcamos para Curitiba pela porcaria Webjet.
Amo Curitiba. Com todo meu coração. Com todas as minhas forças.
Dê implicava por ciúmes, culpa minha que passei um verão sem ele lá. Águas passadas de uma época em que eu não tinha juízo. Ainda bem que a implicância dele passou e hoje em dia adora ir pra lá também.
Tios e primos do coração moram na cidade. Pessoas que amo tanto que só não têm o mesmo sangue que eu por erro do destino.
Viajamos para lá por conta do aniversário de dois anos de Júlia, nossa daminha-florista, filha do meu primo do coração mais velho, o Marlon. É tão curioso e bacana ver que ele formou uma família linda... Crescemos com o pai dele fazendo piada sobre nós dois, para que namorássemos. Blerg! Nunca!
Em Curitiba eu era sempre a única menina na turma, isso fazia um bem danado pro ego. Mas hoje em dia, diante da amizade que fiz com as esposas deles, nem ligo mais.
Como não querer que eles façam parte, de forma ativa, de um dos dias mais lindos da minha vida? Se eu pudesse chamava todos eles pra padrinhos e madrinhas... Como o Milvio é o mais próximo de mim, o mais novo, amigo-primo-irmão, decidi chamá-lo e assim ele representa toda a família. Só que eu queria que ele fizesse par com minha prima Anna daqui do Rio. Conversando com a mãe do Milvio, que é super tradicional e não concorda em chamar apenas um do casal, se casados, achamos legal chamar Yone também.
E assim fiz um convite para cada um: Milvio (padrinho), Yone (madrinha) e Júlia (daminha-florista) - que juro que ponho as fotos! - e reunimos todos na cozinha no domingo. Pedimos para que fechassem os olhos e colocamos os convites em suas mãos (lógico que a Júlia não fechou coisa nenhuma e quase rasgou o envelope achando que era presente).  Foi assim que convidamos nossos primeiros padrinhos, que responderam "Deus vos abençoe, afilhados!" sorrindo emocionados.

E Marlon, pra não perder a piada:
_Até que enfim vai sair o casamento! Depois de 11 anos!
_Tomei juízo...

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Convocando os padrinhos - Parte I


Inauguro hoje mais uma série, sobre como convidei os padrinhos e toda a comitiva.

Tudo começou quando vi no Blog Casadinhos o convite que a Ana Carolina fez para seus padrinhos e madrinhas. Aquilo me despertou para fazer algo do tipo. Só que eu não conseguia pensar em algo mais legal do que entregar um convite escrito "Bença, padrinho!" para alguém e vê-lo cair pra trás. Queria algo que tivesse esse tom de surpresa...
Como essa ideia já me possuíra, peguei os modelos dos convites da Ana Carolina, adaptei e fiz os meus. Imprimi em papel Vergé (em tinta verde para as meninas e azul para os meninos), seguindo as cores dos vestidos das madrinhas. Colei um pedaço de papel de decoupage em patchwork na contracapa, simbolizando uma colcha de retalhos, pus num envelope branco, fechado com uma cinta de renta branca e escrevi os nomes com caneta prata.
Para as meninas comprei ainda caderninhos e os encapei com o mesmo papel para decoupage verde do convite. Quero que elas anotem coisas como ideias para seus vestidos, telefones umas das outras e todas as outras coisas de responsabilidade das madrinhas e damas. Ou você acha que eu ia deixá-las sem nada pra fazer e aparecerem no dia só pra dar pinta? Hehehe

Por que colcha de retalhos? Porque cada retalho dela representa um dos nossos queridos padrinhos, cada um é um pedacinho de um todo que nos envolve, protege e aquece.

Por que renda? Ela é o tema do nosso casamento (depois explico).

Ixi, as fotos vou ficar devendo porque o cabo da máquina se escafedeu!
Mas quem quiser, me manda um e-mail que eu envio o arquivo. Fiz no CorelDRAW X4.

Fiz também para as Damas de Honra (que são adultas, minhas amigas e primas. Depois escrevo porque quero damas de honra adultas), para as Floristas e meus Pajens, alterando o texto.